MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Centro de Apoio Administrativo começa a funcionar em Tangará da Serra
Para a implantação dos Centros de Apoio Administrativo (CAAD) no interior do estado, o Sistema Integrado do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (SIMP) passou a contar com novas funcionalidades, entre elas, o retorno externo automático de processos. O recurso reduz consideravelmente o número de movimentações manuais, proporcionando mais agilidade na tramitação eletrônica dos processos.
Nesta quarta-feira (12), durante a reunião virtual para oficialização do início das atividades do CAAD em Tangará da Serra, a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra falou sobre a nova funcionalidade e explicou que a mudança possibilitou um melhor aproveitamento da força de trabalho.
“A partir da implementação desta nova funcionalidade no Simp, pudemos direcionar as equipes que realizavam os registros no sistema para auxiliar os núcleos de acordos de não persecução penal. Em Tangará da Serra, o Centro de Apoio Administrativo terá duas secretarias, uma judicial e a outra extrajudicial”, destacou.
Segundo ela, o CAAD de Tangará da Serra segue o mesmo modelo das unidades implementadas em Rondonópolis, Várzea Grande, Cáceres e Sinop. Com a centralização das atividades administrativas, o Ministério Público pretende proporcionar melhorias na padronização, organização e uniformização das atividades, além de garantir a distribuição das tarefas de forma equitativa entre os servidores.
De acordo com o cronograma, o próximo polo a ser contemplado com a implantação do CAAD será o de Barra do Garças (24/06). No dia 08 de julho, serão implantados simultaneamente os CAADs de Sorriso, Primavera do Leste e Alta Floresta.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
MPMT quer informar mulheres migrantes sobre violência doméstica
O Núcleo das Promotorias de Violência Doméstica e Familiar – Espaço Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), apresentou à Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano de Cuiabá, na tarde da última sexta-feira (24), o projeto de criação de uma cartilha multilíngue sobre a Lei Maria da Penha para mulheres migrantes. A iniciativa busca firmar parceria para a construção do material, com foco na ampliação do acesso à informação e aos serviços disponíveis na capital.O encontro foi conduzido pela secretária Hélida Vilela de Oliveira, com a participação da equipe de assistência e direitos humanos. A pauta principal foi a articulação para execução do projeto, voltado à população migrante em situação de vulnerabilidade, parte da qual já é acompanhada pela rede socioassistencial do município.De acordo com a promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, o aumento do fluxo migratório em Cuiabá evidencia a necessidade de políticas públicas mais inclusivas. “A ausência de informações acessíveis em diferentes idiomas contribui para a invisibilização da violência e limita o acesso à Justiça. Estamos elaborando uma cartilha multilíngue, com conteúdo sobre a Lei Maria da Penha e a rede de enfrentamento, nos idiomas dos principais grupos migrantes presentes na capital”, explicou.A assistente social do Espaço Caliandra, Itana Lua, destacou que a iniciativa busca ampliar o acesso à informação e fortalecer a autonomia dessas mulheres. “A proposta é garantir maior efetividade nas ações de enfrentamento à violência doméstica, considerando as especificidades culturais e linguísticas desse público”, afirmou.A secretária Hélida Vilela ressaltou a importância da iniciativa como instrumento de inclusão. “Este é o início de um diálogo para a construção de uma política voltada à população migrante e também a povos indígenas que chegam ao Estado sem conhecimento das leis e dos serviços disponíveis. No enfrentamento à violência doméstica, isso é ainda mais relevante, pois muitas mulheres desconhecem os instrumentos e seus direitos”, destacou.Dados – Um levantamento preliminar, com base em registros de ocorrências envolvendo migrantes de ambos os sexos e diferentes faixas etárias, indica que aproximadamente 1.900 migrantes relataram ter sofrido violência no âmbito doméstico e familiar. Desse total, 1.358 são mulheres, pertencentes a pelo menos 45 nacionalidades distintas.As principais nacionalidades dessas mulheres são: Venezuela, Haiti, Bolívia, Paraguai, Cuba, Japão, Argentina, Colômbia, Portugal, Peru, Apátrida.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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