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Campanha do MPMT chama atenção para a depressão e ansiedade

Em alusão ao Setembro Amarelo, mobilização nacional de Prevenção ao Suicídio, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso lançou nesta terça-feira (10), a campanha com o slogan “Saúde mental também é Saúde”. A iniciativa tem como recorte dois transtornos mentais que podem ocorrer simultaneamente, ou não: a ansiedade e a depressão.

A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra, destaca que a campanha faz parte do projeto Diálogos com a Sociedade. Enfatizou que o tema saúde mental constou no rol de temáticas debatidas no estúdio “bolha” que está no shopping Estação até sexta-feira (13).

“Além de trazer informações à sociedade sobre a rede de atendimento psicossocial existente no estado, também trouxemos a discussão sobre autismo”, explicou a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa.

Como parte da campanha, dois vídeos sobre saúde mental estão sendo veiculados pela TV Centro América. O assunto também será abordado em entrevistas que ocorrerão às quartas-feiras, a partir do dia 18 de setembro, na Rádio CBN Cuiabá. Oudoors e busdoor com mensagens sobre o assunto também estão sendo veiculadas em pontos estratégicos.

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Prevenção – “O Setembro Amarelo – seus reveses e possibilidades” é o tema de uma mesa redonda que o Programa Vida Plena realizará na próxima terça-feira (17), às 16h. O evento ocorrerá no Espaço Vida Plena (anexo II da Procuradoria-Geral de Justiça), com transmissão pelo Teams.

“Com essa campanha, pretendemos destacar a importância da saúde mental e estimular práticas que contribuam para o bem-estar dos integrantes. Ao promover um ambiente de trabalho saudável e acolhedor, buscamos melhorar a qualidade de vida de todos e fortalecer os laços entre a equipe”, acrescentou a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa.

Participarão da roda de conversa a psicóloga e  vice-presidente  do Conselho Regional de Psicologia, Keli Virgínia Ebert, o psiquiatra Rodrigo de Jesus e a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra.

Assista ao primeiro vídeo da campanha aqui. O segundo será lançado na próxima semana. 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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