MATO GROSSO

Sistema de Ouvidoria do Estado passa a contar com recursos de acessibilidade

Publicados

em

A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) e a Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) implantaram ferramentas de acessibilidade no sistema Fale Cidadão, utilizado pela Rede de Ouvidoria do Governo de Mato Grosso para o registro e acompanhamento das manifestações da população. A novidade amplia a inclusão digital, garante mais autonomia aos usuários e facilita o acesso das pessoas com deficiência aos serviços de Ouvidoria.

Com a atualização, o sistema passou a contar com recursos como redimensionamento de texto, alto contraste, legenda de atalhos e leitor de tela. As ferramentas facilitam o acesso de pessoas com deficiência visual, baixa visão, limitações físicas, auditivas e cognitivas.

Para garantir a acessibilidade da plataforma, foi utilizada uma ferramenta de código aberto desenvolvida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (Arte), em parceria com a Universidade de Lisboa. A tecnologia verifica automaticamente se sites e aplicações web atendem às diretrizes internacionais WCAG 2.1, referência mundial em acessibilidade digital. Com a adequação aos padrões, o Fale Cidadão alcançou nota máxima na avaliação.

A coordenadora de Ouvidoria e Transparência da CGE, Aline Landini, destaca que a medida fortalece a participação social e amplia o acesso da população aos canais de comunicação do Estado.

Leia Também:  Vigilância Sanitária do Estado monitora águas minerais envasadas em MT

“Nosso objetivo é garantir que qualquer cidadão consiga acessar o sistema de Ouvidoria com autonomia e segurança. A acessibilidade é um requisito essencial para assegurar inclusão, participação social e transparência nos serviços públicos”, afirma.

A implementação das ferramentas também atende exigências do Programa Nacional de Transparência Pública, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), e do Modelo de Maturidade de Ouvidorias Públicas (MMOuP), da Controladoria-Geral da União (CGU), referências seguidas pela CGE-MT.

“Nosso time (MTI) se orgulha de entregar, junto à Ouvidoria, uma plataforma com excelência em acessibilidade. Trabalhamos intensamente pelos mais altos padrões, um avanço na inclusão digital. Seguimos dedicados para tornar o sistema referência, com o Governo ao alcance de todos”, ressalta Wagner Moreira Melo, analista de Tecnologia da Informação da MTI.

As melhorias fazem parte da versão 2.0 do Fale Cidadão, lançada em março deste ano durante a Semana de Ouvidoria e Transparência promovida pela CGE.

O Fale Cidadão é o sistema oficial utilizado pela Rede de Ouvidoria para recebimento, acompanhamento e resposta de manifestações como denúncias, reclamações, sugestões, solicitações e elogios feitos pelos cidadãos sobre os serviços prestados pelo Governo de Mato Grosso.

Leia Também:  Escola de Governo oferta curso de Gestão e Fiscalização de Contratos

Acesse AQUI o Fale Cidadão.

Leia mais:

Fale Cidadão 2.0 traz mais agilidade, integração e facilidade para o cidadão em Mato Grosso

Fale Cidadão 2.0 e Painel de Ouvidoria ampliam transparência e eficiência nos serviços públicos

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Elefante Sandro inicia preparação para deixar zoológico e seguir para santuário em Mato Grosso

Animal de 54 anos será transportado de Sorocaba à Chapada dos Guimarães em uma operação de cerca de 1,6 mil quilômetros; adaptação à caixa climatizada será feita de forma gradual

Publicados

em

 

Após mais de quatro décadas vivendo no Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba (SP), o elefante asiático Sandro, de 54 anos, iniciou os preparativos para uma nova etapa de sua vida no Santuário de Elefantes Brasil (SEB), na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. A transferência foi determinada pela Justiça após anos de disputa judicial e deve ocorrer ainda neste mês, dependendo da adaptação do animal ao transporte.  

A equipe especializada responsável pela operação chegou a Sorocaba para iniciar os trabalhos de preparação. Uma das principais etapas é fazer com que Sandro se familiarize com a caixa que será utilizada durante a viagem. O procedimento será conduzido com técnicas de reforço positivo, permitindo que o animal entre voluntariamente na estrutura e sem que o processo seja acelerado. 

A caixa foi construída especialmente para a transferência. Com aproximadamente cinco metros de comprimento, 3,5 metros de altura e 2,5 metros de largura, a estrutura pesa cerca de 10 toneladas e conta com climatização, câmeras e aberturas ajustáveis para permitir o acompanhamento de Sandro durante todo o percurso.

Leia Também:  Governo de MT aumenta lista de esportistas atendidos com Bolsa Atleta em 2024

A viagem entre Sorocaba e a Chapada dos Guimarães terá aproximadamente 1.615 quilômetros e deverá durar cerca de dois dias e meio. O transporte será acompanhado por uma equipe técnica e contará com escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O cronograma, porém, poderá ser alterado caso os profissionais avaliem que Sandro ainda não esteja preparado para viajar. 

Operação deve custar R$ 200 mil

A transferência envolve uma estrutura logística de grande porte, com caminhões, guindastes, equipamentos especializados, hospedagem e profissionais capacitados para acompanhar o animal durante o deslocamento. O custo estimado da operação é de aproximadamente R$ 200 mil.

Para auxiliar nas despesas, o Santuário de Elefantes Brasil lançou a campanha “Santuário para Sandro”, com meta de arrecadar R$ 30 mil. Segundo a organização, a arrecadação não condiciona a transferência, que deverá ocorrer independentemente do valor obtido. 

Novo ambiente na Chapada

Ao chegar ao santuário, Sandro será inicialmente encaminhado para uma área preparada para elefantes asiáticos machos. A adaptação ao novo ambiente ocorrerá de maneira gradual, respeitando o comportamento e o tempo necessário para que o animal se acostume à nova rotina.

Leia Também:  Escola de Governo oferta curso de Gestão e Fiscalização de Contratos

O santuário atualmente abriga seis elefantas asiáticas: Maia, Rana, Mara, Bambi, Guillermina e Baby. A aproximação entre os animais será feita progressivamente, conforme a adaptação de Sandro.

A proposta é proporcionar ao elefante maior autonomia, permitindo que ele explore áreas naturais, caminhe sobre o solo, procure vegetação e escolha quando se aproximar ou se afastar de outros animais.

A alimentação inicialmente deverá ser semelhante à que Sandro recebe atualmente, enquanto os cuidados veterinários também serão realizados com técnicas de reforço positivo. A intenção é reduzir o estresse durante exames e tratamentos e permitir que o animal participe voluntariamente dos procedimentos sempre que possível.

A mudança representa uma transformação importante na rotina de Sandro, que passou grande parte da vida em ambiente zoológico. No santuário, a expectativa é que ele tenha mais espaço para explorar, fazer escolhas e desenvolver comportamentos naturais.

A transferência ocorre após uma decisão judicial que determinou a retirada do animal do zoológico de Sorocaba. O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a determinação por unanimidade, após uma disputa que se estendeu por anos. 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA