MATO GROSSO
Sema solta jaguatirica resgatada em área urbana de Sapezal
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) soltou uma jaguatirica, uma fêmea adulta, em uma área de mata em Tangará da Serra nesta semana.
O animal silvestre foi capturado, na área urbana de Sapezal, em um terreno em construção. A fêmea foi levado até Tangará da Serra por um médico veterinário, que o entregou ao Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA).
Após passar por uma avaliação clínica, foi constatado que a felina estava apta para voltar ao habitat natural. A Gerência de Fauna Silvestre da Sema realizou a soltura.
Outros animais soltos
A Sema realizou também nos últimos dias a soltura de um tamanduá-bandeira e um cervo-do-pantanal.
O Tamanduá bandeira foi solto em uma área preservada na região de Chapada dos Guimarães, após ser resgatado pela Polícia Ambiental em área urbana de Várzea Grande. O animal foi avaliado pela equipe técnica da Sema, que constatou que ele podia ser solto de forma imediata.
O cervo-do-pantanal, que também foi resgatado pelo Batalhão de Polícia Ambiental, estava no bairro Santa Terezinha, em Cuiabá. Ele foi encaminhado ao Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) depois de resgatado. Após passar por exames, foi liberado para ser solto pela equipe da Sema em uma área de mata em Santo Antônio do Leverger.
Orientação
A Sema orienta que, ao se deparar com algum animal silvestre que necessite de resgate, ligue no 190 da Polícia Militar, ou 193 do Corpo de Bombeiros. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto a saúde do animal como ao cidadão.
Confira os vídeos das solturas:
Soltura Jaguatirica https://www.youtube.com/watch?v=gau7CkOyNaA
Soltura Tamanduá https://www.youtube.com/shorts/N8bh-h-Tox4
Soltura Cervo https://www.youtube.com/shorts/SL1kX0vKScI
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
Fonte: Governo MT – MT
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