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Sema e PM apreendem mais de 300 quilos de pescado ilegal

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Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) e policiais militares apreenderam 325 quilos de pescado ilegal no município de Barão de Melgaço, no Pantanal. Os peixes foram encontrados na noite desta terça-feira (03.05) descaracterizados (sem cabeça) após denúncia anônima relatar que o pescado estava sendo carregado em veículo em um terreno na região.

O suspeito fugiu do local e o auto de infração de R$11.500 foi lavrado em nome do proprietário do veículo. A Lei da Pesca de Mato Grosso (Lei no. 9.096 de 2009) proíbe o transporte do pescado descaracterizado, sem cabeça ou escamas, por exemplo, porque dificulta a fiscalização tanto da medida exata do peixe, quanto a averiguação de uso de petrechos de pesca proibidos.

Todo o pescado ilegal foi entregue à Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), que foi periciado pela profissional de plantão. Após a perícia, o pescado foi doado para uma igreja evangélica na região do Cinturão Verde de Cuiabá para realização de uma ação social. Foram contabilizados dez peças de peixe da espécie cachara, pesando 42,3 quilos, e 54 peças de pintado, em um total de 283 quilos.

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A Sema reforça que a população faça denúncias como esta no 0800 65 3838, pelo 190, ou pelo aplicativo MT Cidadão.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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