MATO GROSSO

Sefaz realiza sorteio Especial de Natal nesta quinta-feira (22)

A Secretaria de Fazenda (Sefaz) realiza, nesta quinta-feira (22), o último sorteio do Programa Nota MT em 2022, o Especial Natal. Serão distribuídos cinco prêmios de R$ 50 mil para os consumidores que pediram o CPF em documentos fiscais emitidos entre os dias 1° de setembro e 30 novembro.

O sorteio será na sede da secretaria, a partir das 9h, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Sefaz e do Governo do Estado. 

Ao todo, 409.508 pessoas concorrerão às premiações com 6.664.611 bilhetes, o que o torna o maior sorteio especial desde o lançamento do Nota MT, em 2019. O aumento é tanto em quantidade de bilhetes quanto em número de participantes.

Em relação ao número de participantes, o incremento é 14,42% em comparação ao sorteio Especial Natal de 2021. Já no total de bilhetes gerados a partir das compras, o aumento é de 15,08%.

“Faremos o sorteio com o maior número de bilhetes e de participantes, o que demonstra que, cada vez mais, o cidadão tem participado do Nota MT, exercendo sua cidadania ao exigir o documento fiscal nas compras. Com isso, ele concorre aos prêmios, ajuda instituições sociais e colabora para o aumento da arrecadação estadual e no combate à sonegação”, afirma o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta.

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Desde o primeiro sorteio realizado pelo Nota MT, em 2019, cerca de 37 mil consumidores já foram premiados com valores de R$ 500, R$ 10 mil e R$ 50 mil. Juntos, eles já receberam R$ 20.257.500,00.

Além desses prêmios, o Programa tem um viés social – quando a pessoa é sorteada, uma entidade social indicada por ela recebe 20% referente à premiação. Até o momento, R$ 4.825.500,00 já foram repassados para 212 instituições.

(Supervisão de texto Lorrana Carvalho)

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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