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Seciteci prorroga prazo de submissão de artigos para revista Educação C&T

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) estendeu o prazo para submissão de artigos para a 4ª edição da revista científica Educação C&T. Inicialmente, pesquisadores poderiam enviar trabalhos até o dia 12 de maio (12.5). Com a prorrogação, passou-se para às 23h59 de 19 de maio.

Segundo a coordenadora de Regulação e Supervisão da Educação Superior da Seciteci, Fátima Possamai, o prazo foi prorrogado para atender pedidos de autores que ainda estão realizando ajustes finais em seus artigos.

“Estamos permitindo a possibilidade desses autores que já querem contribuir com a Revista, possam finalizar seus trabalhos e registrá-los nesta 4ª edição”, afirmou Fátima.

Outra mudança a partir da prorrogação será a permissão de submissão de artigos com até oito autores, ao invés de apenas quatro. Continua sendo obrigatório que pelo menos um deles possua titulação mínima de mestrado.

A superintendente de Regulação e Supervisão da Educação Profissional e Superior da Seciteci, Albéria Cavalcanti de Albuquerque, ressalta que os trabalhos já inscritos até o dia 12 de maio também poderão ter a quantidade de autores aumentada no momento de revisão do material apresentado.

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Nesta edição, o dossiê temático será: “Inteligência Artificial, Educação e Trabalho: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável”. Os artigos podem abordar os seguintes eixos: Inteligência Artificial na Educação; IA na Ciência e Pesquisa; IA e Agricultura 4.0 e Desafios Éticos e Sociais da IA.

Podem participar pesquisadores de todo o país. Para conferir as normas de publicação, como formatação e estrutura – clique aqui.

As submissões devem ser feitas pelo email: [email protected]. As pesquisas devem ser inéditas e apresentar dados atualizados, não podendo ter sido submetidas ou publicadas em outros periódicos, livros ou eventos científicos.

Sobre a Revista

Criada em 2022 pela Seciteci no formato impresso e virtual, a Revista Educação C&T reflete o compromisso da Secretaria em fomentar a produção científica e o pensamento crítico no Estado. Em suas três edições anteriores, o periódico reuniu artigos e estudos de diversos autores e instituições, posicionando-se como uma plataforma colaborativa e reflexiva, que busca explorar práticas educativas e as transforma em soluções para os desafios contemporâneos.

As três edições anteriores estão disponíveis gratuitamente em versão on-line (acesse aqui).

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Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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