MATO GROSSO

Mais de 790 milhões de animais foram movimentados em 2023 no Estado

A quantidade de animais movimentados em Mato Grosso em 2023 chegou a 793 milhões, entre bovinos, aves, suínos, peixes, ovos fertilizados e outras espécies. Esses dados são do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea), órgão estadual que controla o trânsito de animais dentro e fora do Estado através da emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA).

Pelo levantamento, ao longo do ano passado, grande parte da movimentação de animais foi de galinhas, com destino a granjas comerciais para engorda e, posteriormente, abate. Nesse segmento foram movimentados 725,9 milhões de aves, liderando o ranking de animais movimentados com GTA.

Em segundo lugar, com 38,8 milhões, está a movimentação de peixes, em sua maioria alevinos, e em seguida bovinos, com 28,4 milhões.

Nos dados gerais, em 2023, Mato Grosso registrou no total 956 mil Guias de Trânsito Animal, emitidas no sistema informatizado do Indea.

Além do controle de animais entre estabelecimentos rurais e para frigoríficos, eventos agropecuários, como leilões, exposições, feiras e torneios, também demandam a emissão da GTA para os animais envolvidos. O Indea, responsável por autorizar esses eventos após a análise documental e avaliação do espaço físico, que garantam o bem-estar do animal, autorizou 988 eventos agropecuários em 2023. Nesses eventos agropecuários, a grande maioria de animais movimentados foi de bovinos, com um total de 98.548. Em seguida, com 39.274 ficou a movimentação de equídeos.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

SES reúne gestores para fortalecer o planejamento regional da saúde em Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reuniu, nesta terça e quarta-feira (9 e 10.6), mais de 200 participantes na Oficina do Planejamento Regional Integrado (PRI), no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá, com o objetivo de construir de forma participativa a proposta para a organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS) nas macrorregiões do Estado.

O evento foi realizado em parceria com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Ministério da Saúde. Participaram das discussões representantes da Secretaria, dos Escritórios Regionais de Saúde (ERS), dos municípios, e das demais instituições.

“Se nós não tivermos a nossa rede organizada, regionalizada, pensando em um atendimento integral, a linha de cuidado do paciente, não adianta ter o melhor hospital do país porque esse atendimento não vai chegar em quem precisa, que é o usuário do SUS [Sistema Único de Saúde]”, afirmou a secretária adjunta do Complexo Regulador, Fabiana Bardi.

O presidente do Cosems-MT, Marco Felipe, destacou que o tema tem sido discutido há muitos anos e precisa realmente ser tirado do papel e colocado em prática. “Eu tenho certeza que daqui discutiremos várias formas. As melhores cabeças pensantes na área de Mato Grosso em saúde estão aqui reunidas, então isso é o mais importante”, disse.

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Conforme a chefe do Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (Nger) da SES, Claudete de Souza, a oficina materializou o compromisso de todos os participantes pelo fortalecimento do SUS com a construção de soluções integradas para os desafios da saúde.

“Ao longo desses dois dias, tivemos a oportunidade de compartilhar experiências, conhecimento, perspectivas, buscando construir de forma participativa propostas para a organização da rede de atenção à saúde nas macrorregiões de Mato Grosso, fortalecendo a governança regional e contribuindo para a elaboração dos planos regionais nas macrorregiões de saúde”, avaliou.

A assessora técnica do Conass Tereza Cristina Amaral falou sobre o “Planejamento Regional Integrado no Fortalecimento da Regionalização do SUS”. A técnica do Nger Glória Maria Melo palestrou sobre a “Trajetória do PRI/MT e os Objetivos da Fase IV”.

Regiane Mendonça, também do Nger, tratou sobre o “Panorama da Rede de Atenção à Saúde nas Macrorregiões”. A servidora da SES Eugênia Callejas abordou os “Fundamentos Conceituais para Organização da Rede de Atenção à Saúde”. Também houve debate sobre a Rede materno-infantil e a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

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Nesta quarta-feira, foi realizada uma análise da capacidade instalada da Rede de Atenção à Saúde, com aplicação no contexto macrorregional. Os participantes criaram um instrumento para o cálculo da capacidade instalada, com aplicação prática.

Ao fim da oficina, os profissionais fizeram um documento com as prioridades estratégicas para a organização da RAS, com os principais desafios identificados, agendas prioritárias da Fase IV do Planejamento Regional Integrado, e temas orientadores da programação macrorregional.


Crédito: SES-MT

Fonte: Governo MT – MT

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