MATO GROSSO

Exposição com esqueletos de animais do Pantanal fica aberta até domingo (30)

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Além do fóssil de dinossauro em tamanho real, uma das principais atrações da exposição permanente do Museu de História Natural de Mato Grosso, os visitantes do espaço cultural também poderão conferir a mostra “O Pantanal através dos esqueletos”, aberta ao público até domingo (30.01). A entrada no Museu é R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia), e dá direito a conhecer toda a estrutura, que inclui também uma extensa área verde às margens do rio Cuiabá.

Entre os  ossos de animais expostos na mostra “O Pantanal através dos esqueletos” estão: jacaré, anta, quati, tuiuiú, capivara e até uma sucuri de dois metros de comprimento. Para quem nunca viu esses bichos na natureza, esta é a oportunidade para conhecer um pouco mais sobre o bioma do Pantanal e como é a interação de cada um no ambiente.

Para quem ficou curioso e quer saber mais sobre a exposição, vale lembrar que nas mídias sociais do Museu (Instagram e Facebook) é possível ver vídeos com explicações sobre cada animal e informações sobre a mostra.  

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“A exposição tem como objetivo apresentar aos visitantes a anatomia animal de forma simples e interativa, possibilitando a observação dos ossos para demonstrar a relação destes com os hábitos e habilidades de cada animal. Entre os esqueletos exibidos estão a sucuri, a anta, maior mamífero terrestre do Brasil, e o tuiuiú, ave símbolo do Pantanal”, destaca a curadora do Museu, Vitória Ramirez Zanquetta.

Os esqueletos integram acervo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e foram reconstituídos em tamanho real para a exposição, realizada em parceria com o Laboratório de Anatomia Animal Comparada da UFMT.  

Visita Virtual 360°

Para quem quiser conferir como é Museu de História Natural de Mato Grosso antes da visita presencial, uma dica é fazer a visita virtual 360°, que apresenta uma perspectiva geral sobre a instituição e mostra o acervo da exposição permanente.

“Através de exposições e ações educativas, o Museu promove o conhecimento arqueológico, paleontológico e etnológico para a população mato-grossense, estudantes, professores e pesquisadores. E as ferramentas para acesso remoto têm se tornado cada vez mais importantes, especialmente pela pandemia. A ideia é que essa plataforma seja alimentada com cada vez mais conteúdos sobre o acervo, além de mídias que proporcionem maior acessibilidade, como áudio descrições e vídeos em libras”, destaca Vitória.

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O tour virtual está disponível no site do Museu.

Serviço

O Museu de História Natural Casa Dom Aquino é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), em funcionamento sob gestão compartilhada com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss).

Endereço: Avenida Beira Rio, nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá-MT

Visitação: de quarta a domingo, das 8h às 18h

Entrada: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). Área verde e parquinho: gratuito.

Telefones para contato: (65) 3634-4858

Site: http://museuhistorianaturalmt.com.br/

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Bombeiros combatem dois incêndios florestais em Mato Grosso e Estado registra 93 focos de calor

Ocorrências são atendidas em Luciara e Poconé; força-tarefa reúne bombeiros, Defesa Civil, operações aéreas e Polícia Militar durante período proibitivo do uso do fogo

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atua nesta quinta-feira (10) no combate a dois incêndios florestais registrados nos municípios de Luciara e Poconé. As equipes trabalham para conter o avanço das chamas, realizar a extinção dos focos e monitorar as áreas atingidas, com o objetivo de proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, conforme a necessidade de cada ocorrência. A atuação integrada amplia a capacidade de resposta das forças de segurança diante dos incêndios florestais registrados no Estado.

93 focos de calor

Além das ocorrências em andamento, Mato Grosso registrou 93 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme levantamento realizado às 17h pelo Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com dados do satélite de referência Aqua Tarde.

Do total, 74 focos foram identificados no bioma Amazônia e outros 19 no Cerrado. Também foram registrados 10 focos em Terras Indígenas: cinco na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro; dois na Terra Indígena Arara do Rio Branco, em Colniza; um na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã; um na Terra Indígena Vale do Guaporé, em Comodoro; e um na Terra Indígena Zoró, em Rondolândia.

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O Corpo de Bombeiros ressalta, porém, que a identificação de um foco de calor não significa necessariamente a existência de um incêndio florestal. O registro indica uma área com temperatura elevada detectada por satélite, que pode ou não estar relacionada à ocorrência de fogo.

Já o incêndio florestal é caracterizado, em geral, pela concentração de diversos focos de calor em uma mesma região. No caso das Terras Indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar diretamente nessas áreas.

Fiscalização contra o uso irregular do fogo

O CBMMT também mantém ações de monitoramento do uso irregular do fogo por meio da Operação Infravermelho. A fiscalização é coordenada a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com auxílio de imagens de satélite e outras tecnologias, as equipes buscam identificar antecipadamente áreas com risco de incêndio ou locais onde o fogo tenha sido iniciado de forma ilegal. A estratégia permite atuação preventiva e também auxilia na responsabilização de possíveis infratores.

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Desde o início do período proibitivo do uso do fogo, os bombeiros já atuaram no combate e extinção de incêndios em diversos municípios mato-grossenses, entre eles Água Boa, Aripuanã, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Lambari D’Oeste, Luciara, Matupá, Nova Nazaré, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e União do Sul.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça que está proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, a proibição ocorre durante todo o ano.

A utilização irregular do fogo pode configurar crime ambiental e resultar em penalidades previstas em lei. Além dos danos ao meio ambiente, as queimadas representam riscos à segurança pública e à saúde da população.

Casos de uso irregular do fogo podem ser denunciados pelos números 193, do Corpo de Bombeiros Militar, ou 190, da Polícia Militar.

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