MATO GROSSO
Empreendimentos de baixo impacto têm licença ambiental analisada em 2 dias pela Sema
Uma das modalidades de licenciamento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) representa uma etapa importante das ações de desburocratização dos serviços ambientais executadas em Mato Grosso. Lançada em outubro de 2020 pelo governador Mauro Mendes, atualmente, tem um tempo médio de resposta ao empreendedor de apenas 2 dias corridos.
Mais de 2,9 mil empreendedores já tiveram a licença emitida desde a criação da LAC em Mato Grosso. Os processos de papel deram lugar ao licenciamento totalmente digital, com mais eficiência, para 103 tipos de empreendimentos passíveis de enquadramento, listados no decreto nº 695/2020.
A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, avalia que a melhoria do serviço prestado ao cidadão reflete diretamente no aumento da legalidade e dos empreendimentos ambientalmente corretos. Ela destaca, ainda, que o tempo de análise da Sema já chegou a apenas um dia, e que a gestão acompanha os indicadores gerenciais para aprimorar sempre os procedimentos internos. O tempo de resposta do órgão ambiental está muito abaixo do prazo estipulado pela Lei, que é de 30 dias.
“Sem dúvida é uma revolução do licenciamento ambiental, que tem mais transparência, economicidade, e está acessível ao pequeno empreendedor. Reduzimos vertiginosamente o valor da taxa, que passou a ser de 3 UPFs, o que permite que pequenos empreendedores tenham acesso. Hoje o licenciamento é totalmente digital, fácil de ser preenchido, e é inegável o ganho de tempo na resposta do órgão”, destaca a gestora.
Antes, o empreendimento teria que pagar três taxas, uma para cada etapa do licenciamento, e o valor variava de acordo com o nível de poluição da atividade e porte do empreendimento. Atualmente o valor da UPF (Unidade Padrão Fiscal) é R$ 219,59.
Tempo de análise
O tempo de resposta representa o período que o processo de licenciamento ficou sob análise do órgão ambiental. Conforme o relatório gerencial, o tempo de resposta do interessado é de, em média, 11 dias. Desde o momento da entrada do pedido, até a emissão, o tempo médio é de 13 dias corridos.
O ganho no tempo de resposta foi possível porque, além da digitalização, houve a compatibilização do porte e potencial poluidor com o rito administrativo executado, o que possibilitou a análise simplificada. A liberação não é automática. É exigido o responsável técnico, projetos, medidas mitigadoras, e há conferência do órgão em todos os pedidos.
Antes da criação da LAC, o empreendedor tinha o seu processo analisado nos mesmos moldes do licenciamento convencional, que em 2018 demorava em média 230 dias para ser concluído pelo órgão ambiental.
Entre os empreendimentos que mais acessaram o serviço simplificado estão: instalação, reforma ou substituição de bueiros e similares; armazéns gerais e de grãos; revitalização ou substituição de pontes; lava-jatos e construção de redes de telefonia.
Vários setores de serviços, infraestrutura, indústria de transformação, geração de energia, água e esgoto, agricultura, pecuária, pesca e aquicultura também se beneficiam da LAC. Entre os exemplos estão a fabricação de móveis e eletrônicos, fabricação de vestuário e artefatos de couro, agropecuárias com número reduzido de animais, armazéns de grãos, clínicas médicas e odontológicas, entre outros.
Sema digital
Criada pela Lei nº 668/2020, a LAC faz parte do Programa Sema Digital, que integra o Mais MT, o maior programa de investimentos da história do Estado. No órgão ambiental, as ações incluem a revisão, modernização e desburocratização da legislação ambiental, responsabilização e eficiência no licenciamento ambiental.
Além da Licença por Adesão e Compromisso (LAC), também foram implementadas a Licença Ambiental Simplificada (LAS), a outorga de uso da água totalmente digital, a automatização e digitalização das cobranças das taxas ambientais e início do processo de responsabilização com os autos de infração digitais.
Com a adesão de empreendimentos de baixo impacto poluidor ao licenciamento ambiental da Sema de forma mais acessível, a Sema passa a monitorar a qualidade ambiental dessas atividades.
Estes serviços digitais são acessados por meio do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (SIGA). Para saber mais sobre a LAC e acessar o passo a passo de emissão do documento, clique AQUI.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Melhores jogadores de Beach Tênis do mundo disputam World Tour BT 400 em Cuiabá
Os melhores jogadores de Beach Tênis do mundo, entre italianos, brasileiros, franceses, espanhóis e russos, vão estar nas quadras de areia de Cuiabá para disputar o World Tour BT 50 e 400, etapa da Federação Internacional de Tênis (ITF). Estão em jogo entre 50 e 400 pontos no ranking mundial de Beach Tênis, com premiação de US$ 45 mil, o equivalente a R$ 232 mil.
A competição será realizada na Arena Beach Peak, na MT-251, a Rodovia Emanuel Pinheiro, nº 300, no bairro Jardim Vitória, entre os dias 16 e 20 de março, e conta com apoio do Governo de Mato Grosso, por meio de convênio firmando entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e a Federação Mato-Grossense de Tênis. A entrada será gratuita.
“Mato Grosso está no cenário internacional do Beach Tênis e, sem o apoio financeiro do Governo de Mato Grosso, seria impossível viabilizarmos isso”, afirma o presidente da Federação, José Jurandir Lima Júnior, que conta com o respaldo a Confederação Brasileira de Tênis e, por sua vez, da Federação Internacional da modalidade.
Serão dois tipos de torneios profissionais. O primeiro, um BT 50, com premiação de US$ 4 mil, sendo disputado em um único dia, valendo 50 pontos no ranking internacional de Beach Tênis, a partir desta segunda-feira (16). Na terça-feira, vão ser realizadas as qualificatórias do torneio BT 400.
A chave principal começa na quarta-feira (18), com a primeira rodada. Já na quinta-feira serão realizadas as oitavas de final. Na sexta-feira, atletas disputam as quartas de final e, no sábado, as semis e finais de dupla masculina e feminina no mesmo dia.
A competição promete receber os melhores do mundo com as duplas das italianas Giulia Gasparri e Ninny Valentini, líderes do ranking, as brasileiras Sophia Chow e Vitória Marchezini, o hexacampeão mundial, o italiano Michele Cappelletti, com o campeão mundial, o brasileiro André Baran, o espanhol Antomi Ramos, bicampeão mundial, com o italiano Niccolo Gasparri, os brasileiros Daniel Mola e Giovanni Cariani, ambos top 10 do mundo, entre outros grandes nomes.
Marcela Balduino, atleta da casa, 103ª colocada no ranking, vai jogar ao lado da jovem paulista Maria Caruccio, de 17 anos, no torneio BT 400 e no evento BT 50, contra a top 10 do ranking, a italiana Flaminia Daina.
“Minhas expectativas para o BT400 em Cuiabá são grandes. Competir em casa tem um sabor muito especial. Espero conseguir alcançar grandes objetivos e viver grandes emoções dentro de quadra”, disse Balduino.
No masculino, Daniel Roma, de 24 anos, joga com o jovem João Godoy, de 17 anos.
“A expectativa está bem alta porque já estamos na chave principal e vamos jogar em casa. É na Arena que dou aula há quatro anos e onde o João começou a jogar, acho que vai ser bom para a gente”, disse Roma, que comentou como vai ser encarar os top 10 e melhores do mundo. “Vejo como uma oportunidade, jogar contra top 10 sempre é um aprendizado muito grande”.
A competição vai ter transmissão da ESPN, do Disney+ além do PlayBT no Youtube e da RedeTV em TV aberta para todo o país.
Uma disputa de torneio nacional entre amadores também vai ser realizada na quadra central e quadra 2 por toda a semana de evento nos jogos profissionais. Os atletas amadores também podem disputar o torneio nacional da Confederação Brasileira de Tênis nas categorias por nível A, B, C e D, além de categorias por idades juvenis e veteranos.
Fonte: Governo MT – MT
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