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Corpo de Bombeiros de MT adere a programa norte-americano de resposta a desastres

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) formalizou a adesão ao Programa Regional de Assistência a Desastres, do Escritório de Assistência Humanitária, da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (RDAP BHA/USAID). A agência governamental americana lidera os esforços de desenvolvimento internacional e assistência humanitária aos países parceiros.

A parceria foi oficializada pelo comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Flávio Glêdson Vieira Bezerra, e pelo consultor especialista em Gestão de Riscos de Desastres para o Brasil do Programa Regional de Assistência Humanitária, coronel RR Paulo José Barbosa de Souza, durante uma reunião de apresentação do programa, em Cuiabá.

O consultor, coronel RR BM Paulo José, explicou que, neste primeiro momento, a parceria iniciará com a capacitação de militares do CBMMT e agências de resposta indicadas para prepararem-se e responderem de forma eficaz a desastres naturais e crises humanitárias. Serão ofertados programas de treinamento técnico, como planejamento de emergências, gestão de riscos e operações de resposta. Também, na sequência, serão promovidas simulações práticas e oficinas para melhorar a coordenação e a eficácia das respostas a desastres.

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O objetivo central é assegurar que os bombeiros militares estejam devidamente capacitados e estrategicamente preparados para enfrentar os desafios operacionais com maior eficácia e eficiência, conforme destacado pelo consultor.

“A parceria foi firmada sem nenhum custo para a instituição ou para o Estado. Nosso interesse é que, quanto mais os países estejam preparados para lidar com desastres, melhor será para o mundo todo. Por isso, estamos oferecendo essas expertises e possibilidades que temos junto ao Programa Regional de Assistência aos Desastres – RDAP/BHA/USAID à corporação”, destacou.

Para o comandante-geral, a parceria contribuirá significativamente para fortalecer as ações já realizadas pela corporação em prevenção, preparação e resposta a desastres no estado, alinhando-se às melhores práticas internacionais.

“Buscamos um desenvolvimento técnico, principalmente, e a captação de recursos por meio dessa parceria com a agência americana, que visa a mitigar as consequências de desastres, reduzir sofrimentos e salvar vidas. O Programa RDAP BHA/USAID traz a expertise de atuação em grandes crises e grandes desastres, e queremos absorver isso, não somente na parte técnica, mas também como um canal de troca de experiências. É uma grande oportunidade para nós”, afirmou o coronel.

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A adesão ao programa permitirá que a corporação tenha acesso a capacitação, intercâmbios técnicos e fóruns, simulacros e exercícios de mobilização, além de assistência técnica, treinamentos avançados, ferramentas modernas e maior integração com outras instituições de resposta a desastres em nível internacional.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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