Eleições 2022
Botelho reforça compromisso com povo várzea-grandense e cita viabilizar agricultura familiar
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual e candidato à reeleição, Eduardo Botelho (União), durante o lançamento da sua campanha, na noite deste sábado (27.08), no Rotary Clube, no Cristo Rei, em Várzea Grande, afirmou que ver o local lotado, é a garantia que o povo está vendo o trabalho que está sendo feito.
Quase 5 mil pessoas estiveram no local, e Botelho disse, que são amigos que estiveram espontaneamente no lançamento da sua campanha. Segundo ele, seria uma pequena inauguração do comitê em Várzea Grande, mas acabou lotando de pessoas de vários lugares.
“Eu quero agradecer a todos vocês que vieram. Aqui não foi convocado ninguém, foi apenas um convite. Eu nem queria fazer lançamento, tudo começou em fazer a inauguração do comitê de Várzea Grande, e acabou que veio gentes de todos lugares. Tem gente aqui de Lucas do Rio Verde, tem gente de todos os municípios da baixada cuiabana. São pessoas que estão acreditando no nosso trabalho”.
Botelho reforçou seu compromisso com o povo várzea-grandense. O deputado disse que é hora de o grupo deixar um legado, fazer a agricultura familiar ficar viabilizada e não deixar um cartão, e sim que as pessoas possam ter condições de comprar, financiar e pagar.
Para finalizar, o deputado citou uma obra está quase concluída em Várzea Grande, a Ponte que ligará a Cidade Industrial a Cuiabá. “Todos falavam que essa ponte ia levar a nada a lugar nenhum. Eu sentei com o governador Mauro Mendes e disse que precisávamos mudar a história dessa ponte. Vamos fazer uma grande avenida, Mauro já autorizou, o projeto já está pronto. Será uma grande avenida saindo da ponte, passando pelo Aeroporto e indo até à Rodovia Imigrantes”, concluiu Botelho.



Fonte: Eleições 2022
MATO GROSSO
Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais
Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.
Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.
Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.
O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.
A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.
Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.
Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.
“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.
O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Fonte: Governo MT – MT
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