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Palmeiras supera expulsão, drama do VAR e consolidar liderança no Brasileirão

Em uma tarde marcada por superação e reviravoltas, o Palmeiras reafirmou sua soberania no Campeonato Brasileiro ao vencer a Chapecoense por 1 a 0, neste domingo, no Allianz Parque. Mesmo com um elenco repleto de desfalques e jogando com um atleta a menos desde a primeira etapa, o Verdão garantiu os três pontos e entra no recesso para a Copa do Mundo isolado no topo da tabela.

O confronto, válido pela 18ª rodada, teve um tom especial: a equipe entrou em campo vestindo as cores da Seleção Brasileira — camisa verde e amarela com calções azuis — em clima de despedida pré-Mundial e também do atual nome de sua casa.

O Jogo

O Palmeiras começou impondo ritmo. Logo aos cinco minutos, Luighi teve a chance de abrir o placar após passe de Allan, mas parou na defesa do goleiro Anderson. A Chapecoense tentava responder nos contra-ataques, principalmente com Bolasie, mas Marcelo Lomba se mostrava seguro.

O cenário complicou para os donos da casa aos 42 minutos do primeiro tempo. Allan cometeu falta dura em Giovanni Augusto e recebeu o cartão vermelho direto, deixando o Alviverde em desvantagem numérica para o restante do duelo.

Paulinho Decide e VAR vira Protagonista

No segundo tempo, a estrela de Paulinho brilhou. Vindo do banco de reservas, o atacante recebeu passe preciso de Felipe Anderson aos 19 minutos, invadiu a área e bateu cruzado para balançar as redes, garantindo o único gol da partida.

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Os minutos finais, porém, foram de teste para o coração da torcida. Já nos acréscimos, Ítalo chegou a empatar para a Chapecoense, mas o VAR entrou em ação e o árbitro Felipe Fernandes de Lima anulou o lance por falta de Neto Pessoa em Murilo. Pouco depois, nova intervenção da tecnologia: pênalti marcado para os catarinenses após falta de Khellven. Na cobrança, Bolasie carimbou o travessão, selando o triunfo palmeirense.

Adeus ao Allianz Parque

A partida marcou um momento histórico fora das quatro linhas. Este foi o último compromisso oficial do clube sob o naming rights de “Allianz Parque”. Após votação popular, a arena passará a se chamar Nubank Parque nos próximos dias, refletindo a nova parceria comercial do clube.

Panorama na Tabela

Com a vitória, o Palmeiras chega aos 41 pontos, mantendo uma folga de sete pontos em relação ao vice-líder Flamengo. O time de Abel Ferreira ostenta agora uma invencibilidade de 13 jogos no Brasileirão e três vitórias seguidas na temporada. Já a Chapecoense segue em situação crítica, amargando a zona de rebaixamento com apenas nove pontos.

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Próximos jogos

PALMEIRAS 

  • Coritiba x Palmeiras (19ª rodada do Campeonato Brasileiro)
  • Data e horário: a definir
  • Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)

CHAPECOENSE

  • Chapecoense x Flamengo (19ª rodada do Campeonato Brasileiro)
  • Data e horário: a definir
  • Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
FICHA TÉCNICA
Palmeiras 1 x 0 Chapecoense
Competição Campeonato Brasileiro (18ª rodada)
Local Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data e Horário 31/05/2026 às 16h
Público 36.543 presentes
Renda R$ 2.981.296,76
Gols Paulinho (19′ 2ºT)
Cartões Amarelos Luís Pacheco, Abel Ferreira (PAL) / Ítalo (CHA)
Cartões Vermelhos Allan (42′ 1ºT – PAL)
Arbitragem Felipe Fernandes de Lima (MG), Guilherme Dias Camilo (MG), Fernanda Nandrea Gomes Antunes (MG)
VAR Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
Palmeiras Marcelo Lomba; Khellven, Murilo, Bruno Fuchs, Arthur (Jefté); Marlon Freitas, Lucas Evangelista (Larson), Luís Pacheco (Riquelme Fillipi); Allan, Felipe Anderson (Benedetti), Luighi (Paulinho). Técnico: Abel Ferreira.
Chapecoense Anderson; Everton (Neto Pessoa), Bruno Leonardo (Vinícius), João Paulo, Bruno Pacheco; Camilo, Rafael Carvalheira, Giovanni Augusto (Jean Carlos); Ênio (Rubens), Bolasie, Marcinho (Ítalo). Técnico: Celso Rodrigues.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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