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Grêmio e Sport empatam sem gols na Arena Pernambuco

O Grêmio entrou em campo na Arena Pernambuco, na noite desta segunda-feira, para enfrentar o Sport, em duelo direto na briga por uma posição no G4 do Campeonato Brasileiro Série B. O Tricolor ficou no empate sem gols com os donos da casa e somou um ponto na competição, ocupando a 5ª posição na tabela.

A partida iniciou com muita disputa no meio-campo, sem grandes oportunidades nos campos de ataque. O Grêmio chegou pela primeira vez aos 7 minutos, em cobrança de escanteio – a bola foi colocada na área, Biel finalizou de primeira, mas mandou em cima da marcação. Já os donos da casa tentaram devolver da mesma forma e, após uma cobrança de escanteio na primeira trave, a defesa gremista cortou, mas Luciano pegou a sobra e arriscou, mandando à direita do gol defendido por Gabriel Grando.

Passados 15′, o Tricolor ameaçou novamente, com uma boa jogada do meio para a esquerda. Janderson acionou Nicolas, que fez um cruzamento na medida para Elkeson – o atacante desviou de cabeça, mas para fora e por detalhe não marcou. Mas cinco minutos depois, o Sport teve uma boa chance em cobrança de falta, da intermediária. Após uma jogada ensaiada, a bola caiu para Sander, que chutou, batendo mal, o que facilitou o corte da zaga.

Aos 24’, depois de uma cobrança lateral, a bola ficou viva na grande área, Villasanti desviou e sobrou para Edilson, que bateu cruzado, raspando a trave direita da meta defendida por Mailson.

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Uma das melhores oportunidades adversárias saiu as 29’, quando Bruno Matias decidiu arriscar na intermediária, mas mandou por sobre o gol tricolor. Mas o Tricolor não ficou atrás e também voltou a ameaçar. Aos 31’, Edilson cobrou uma falta, batendo forte, alto, direto a gol, mas subiu demais.

O Grêmio seguiu pressionando em bola parada. Primeiro, Elkeson cobrou uma falta da intermediária, desviou na barreira e saiu. Após o escanteio, o centroavante mandou a gol e quase assinalou. Em resposta, o Sport chegou com Giovane, que chutou em direção ao gol. Gabriel Grando voou, mas a bola passou à direita da meta.

Na reta final, os donos da casa chegaram com muito perigo com Kayke, que recebeu dentro da área e chutou cruzado. A bola passou raspando a trave direita, mas da mesma forma o atacante foi flagrado em posição de impedimento.

O Grêmio voltou com a mesma formação para a etapa complementar e iniciou bem o jogo. Antes dos dois minutos, Biel finalizou, obrigando Mailson a voar para defender – a bola acabou saindo pela linha de fundo. Já o Leão respondeu quase que de imediato, aos 5’, quando Jaderson finalizou de dentro da área. Kannemann salvou, impedindo o que poderia ser o primeiro gol adversário.

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Com mais intensidade do que o primeiro tempo, as duas equipes criaram mais oportunidades. Aos 9 minutos, foi a vez de Nicolas cobrar uma falta, levando muito perigo a meta adversária, mas a bola passou à esquerda. Do outro lado, o Sport se lançou com um cruzamento de Luciano, que colocou na área. Kayke cabeceou, mas não passou por Gabriel Grando.

O técnico Roger Machado providenciou suas primeiras mudanças aos 20 minutos: Elias e Bitello entraram nos lugares de Janderson e Villasanti.

Passados 30 minutos, Elias recebeu livre, em frente a grande área, mas mandou em cima do goleiro Maílson, que fez a defesa.

Outras duas mudanças foram feitas: Campaz, Ricardinho e Jhonata Varela entraram nos lugares de Biel, Elkeson e Edilson, que sentiu a coxa esquerda, com 36’.

Na reta final, o Grêmio arriscou com Campaz, que aproveitou a sobra e finalizou na entrada da área, mas Maílson salvou.

Kannemann acabou cometendo uma nova falta nos acréscimos, levando seu segundo cartão amarelo e sendo expulso da partida.

Com o resultado, o Tricolor soma um ponto, chegando a 18 pontos, ocupando a 5ª posição na tabela de classificação.

O próximo duelo será diante do Sampaio Corrêa, no sábado, às 11h, na Arena.

fonte: https://gremio.net/noticias/detalhes/25345/gremio-e-sport-empatam-sem-gols-na-arena-pernambuco

Fotos: Lucas Uebel | Grêmio FBPA

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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