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Cuiabá goleia o Luverdense pelo campeonato Mato-grossense
O Dourado venceu, com goleada, o Luverdense, na tarde deste domingo, na Arena Pantanal. Em partida válida pela oitava rodada do Campeonato Mato-grossense, o Cuiabá aplicou 5 a 0 no adversário. Pablo Ceppelini, Fernando Sobral, Vinicius Boff e Deyverson, por duas vezes, marcaram os gols da vitória do Dourado.
Já classificado para a semifinal do estadual, com 100% de aproveitamento, o Dourado se prepara agora para iniciar a disputa da Copa Verde. Na quarta-feira, o Cuiabá enfrenta o Ceilândia, na Arena, em confronto válido pela segunda fase. Pelo estadual, o Dourado volta a campo no sábado, fora de casa, contra o Cacerense, pela última rodada da primeira fase.
O jogo
O começo de jogo foi de bastante intensidade das duas equipes. O Luverdense levou perigo em jogadas aéreas, e o Dourado buscava transações em velocidade para criar chances de gol. Aos 10 minutos, Fernando Sobral pegou rebote de fora da área e soltou a bomba. A bola explodiu no braço do zagueiro. Pênalti que Pablo Ceppelini cobrou com categoria, deslocando o goleiro e abrindo o placar na Arena Pantanal.
Aos 13 minutos, Matheus Alexandre cruzou e Iury Castilho cabeceou para o fundo das redes. O lance, porém, foi anulado pela arbitragem, que alegou impedimento. No minuto seguinte, em contra-ataque, Pablo Ceppelini saiu na cara do gol, mas a finalização saiu por cima.
Aos 18 minutos, em mais uma jogada de velocidade, Fernando Sobral recebeu passe em profundidade e bateu forte, na saída do goleiro, para ampliar o marcador na Arena Pantanal. Aos 30 minutos, Isidro Pitta teve ótima oportunidade para marcar o terceiro, mas parou em grande defesa do goleiro do Luverdense. Pouco tempo depois, Iury Castilho dominou dentro da área e finalizou, mas a bola passou ao lado da trave direita da meta adversária.
O começo da segunda etapa foi semelhante do início do primeiro tempo, com o Luverdense tentando chegar ao gol através das jogadas aéreas e de bola parada. Mas, aos cinco minutos, Pitta acionou Vinicius Boff dentro da área. O meia finalizou na saída do goleiro adversário para marcar o primeiro gol dele como profissional pelo Cuiabá – e o terceiro do Dourado na partida.
A partir do terceiro gol, o Cuiabá começou a administrar a partida e a envolver o adversário com trocas de passes, especialmente pela esquerda, com boas triangulações entre Vinicius Boff, Mateusinho e Deyverson. Rafael Gava e Fernando Sobral também participavam da boa troca de passes.
Aos 25 minutos, por muito pouco Deyverson não marcou o primeiro gol dele na temporada. Jonathan Cafú foi ao fundo e cruzou na medida para o centroavante, que desviou, de cabeça, mas a bola passou raspando a trave direita.
O gol de Deyverson, contudo, não demoraria a sair. Aos 33 minutos, o atacante invadiu a área, driblou o goleiro e sofreu pênalti. Ele mesmo cobrou, com categoria, no canto, e marcou o quarto do Dourado na partida e o primeiro dele em 2023.
Já nos acréscimos, o centroavante deixou mais um. Matheus Alexandre cruzou com perfeição, e Deyverson, de cabeça, marcou o segundo gol dele na partida e o quinto do Cuiabá, dando números finais ao jogo.
Com o resultado, o Cuiabá segue com 100% de aproveitamento no estadual. O próximo compromisso é contra o Ceilândia, na quarta-feira, pela segunda fase da Copa Verde. A partida será disputada na Arena Pantanal.
O Dourado esteve em campo com Walter; Matheus Alexandre, Marllon, Alan Empereur e Mateusinho; Ronald (Rafael Gava), Fernando Sobral e Pablo Ceppelini (Rodriguinho); Jonathan Cafú (Gabryel Freitas), Iury Castilho (Vinicius Boff) e Isidro Pitta (Deyverson).
Fonte: Agência Esporte
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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.
O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.
A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.
Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.
O castigo no segundo tempo
Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.
A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.
O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.
Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.
O caminho da Noruega
Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
Brasil 1 x 2 Noruega |
| Competição | Copa do Mundo (oitavas de final) |
| Local | MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Neymar (Brasil) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Ismail Elfath (EUA) |
| Assistentes | Corey Parker e Kyle Atkins (EUA) |
| VAR | Tatiana Guzman (NCA) |
| Gols | Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil) |
| Brasil | Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior. |
| Técnico do Brasil | Carlo Ancelotti |
| Noruega | Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland. |
| Técnico da Noruega | Stale Solbakken |
Fonte: Esportes
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