ECONOMIA

Piauí recebe oficinas da PNCE para diversificar exportações do estado

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A construção de um plano para fortalecer a presença do Piauí no comércio internacional ganha novo impulso com a realização de oficinas da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE).

A iniciativa é conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com o governo estadual, e integra o processo de elaboração do Plano de Promoção da Cultura Exportadora do estado.

As atividades ocorrem nos dias 26 e 27 de março, reunindo cerca de 30 técnicos de instituições federais e locais. A condução é da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que preside o Comitê Nacional para a Promoção da Cultura Exportadora (CNPCE), em conjunto com a Investe Piauí.

Durante as oficinas, os participantes trabalham na análise do contexto local, definição de estratégias e consolidação de informações que vão orientar o plano estadual, alinhando ações às vocações produtivas e aos desafios do estado.

“A elaboração do plano do Piauí representa mais um passo no esforço de construir, em parceria com os estados, estratégias concretas para diversificar a base exportadora brasileira e ampliar a inserção internacional das empresas, especialmente micro, pequenas e médias”, afirmou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

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“As oficinas presenciais são um momento importante para ouvir os atores locais e transformar esse conhecimento em ações efetivas, garantindo que o plano reflita as vocações produtivas e os desafios do estado”, destacou Janaína Silva, diretora de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex.

Em 2025, o Piauí exportou US$ 1,2 bilhão e ocupou a 18ª posição entre os estados exportadores. Entre os principais produtos exportados estão soja, algodão, milho, óleos vegetais, minério de ferro e mel, com destaque para mercados como China, Espanha, Tailândia, Vietnã e Estados Unidos.

A PNCE, instituída em 2023, tem como objetivo difundir a cultura exportadora e ampliar o número de exportadores brasileiros, especialmente micro, pequenas e médias empresas.

A política busca fortalecer a atuação coordenada entre governo federal, estados e instituições públicas e privadas, com planos estaduais voltados à promoção das exportações e à inserção internacional das empresas.

>> Saiba mais em: Política Nacional de Cultura Exportadora

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

Governo promove audiência pública para discutir combate à pirataria e venda de produtos irregulares em plataformas digitais

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O governo federal promove na próxima segunda-feira (14/9), audiência pública para discutir os desafios no combate à comercialização de produtos falsificados, contrafeitos, pirateados, contrabandeados e irregulares em plataformas digitais.

Entre os organizadores da audiência está Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), que tem a participação da Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A iniciativa terá formato híbrido, com participação presencial e on-line, e visa reunir diferentes setores envolvidos no comércio eletrônico para coletar contribuições e subsidiar o aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento ao mercado ilícito no ambiente digital.

Também estão na organização da audiência o Comitê Técnico de Infraestrutura da Qualidade (CTIQ) do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); a Secretaria Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Novo cenário

A expansão do comércio eletrônico ampliou a circulação de produtos no ambiente digital, mas também abriu novas possibilidades para a oferta de mercadorias adulteradas, falsificadas, pirateadas, contrabandeadas ou comercializadas em desacordo com normas brasileiras de produção, registro, certificação, autorização, rotulagem, rastreabilidade e comercialização.

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O problema ultrapassa a proteção da propriedade intelectual. Segundo o edital que convocou a audiência, a venda desses produtos pode produzir impactos sobre a proteção e a segurança dos consumidores, a saúde pública, a conformidade dos produtos, a arrecadação tributária, a concorrência e a efetividade das políticas públicas de prevenção e repressão ao mercado ilícito, além de afetar a vigilância de mercado.

Serviço

Audiência pública sobre a comercialização de produtos contrafeitos e irregulares em plataformas digitais

Data: 14 de setembro de 2026

Horário: 9h às 17h

Local: Auditório Tancredo Neves – Palácio da Justiça – Brasília (DF)

Formato: híbrido, com participação presencial e on-line, pelo canal do YouTube @MJSPgov

Os interessados em acompanhar a audiência como ouvintes deverão realizar inscrição por formulário eletrônico disponibilizado nos sites do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e do Portal Único da Infraestrutura da Qualidade (Combate à Pirataria — Ministério da Justiça e Segurança Pública). O formulário ficará disponível por dez dias corridos a partir da publicação do edital (https://forms.gle/GNXuwDFpVtsHX7jN7) . As vagas presenciais estarão condicionadas à capacidade do local, e a participação remota observará os limites técnicos da plataforma utilizada.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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