ECONOMIA
Centro de Bionegócios da Amazônia aprova Plano de Ação 2026
O Conselho Administrativo do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) aprovou, nesta sexta-feira (31/10), o Plano de Ação para 2026, com foco na consolidação do ecossistema de bioeconomia da Amazônia. Para a presidente do Conselho e secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Julia Cruz, os avanços recentes do CBA demonstram a importância da integração entre inovação, ciência e desenvolvimento econômico.
“Entre as diversas ações da reunião de hoje, demos posse ao Conselho Técnico e Científico, que vai garantir que consigamos transformar essa estrutura maravilhosa que temos em Manaus em inovação, em produto e em desenvolvimento para a região amazônica”, destacou a secretária.
Julia aproveitou para fazer um balanço dos avanços da instituição nos últimos anos. “O CBA avançou muito em infraestrutura e parcerias estratégicas, com iniciativas como o CBA Open, destinado a receber tanto startups que trabalham com a biodiversidade, quanto instituições de pesquisa e inovação industrial, como o INPI”, avaliou.
Entre as principais novidades do Plano estão o fortalecimento das cadeias produtivas amazônicas, com destaque para projetos em parceria com cooperativas e associações do interior do Amazonas; a modernização dos laboratórios do CBA, com investimentos da Finep; e a ampliação do programa CBA Open. O plano também prevê a implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, com apoio do Inmetro, que deve garantir a acreditação dos laboratórios do Centro pela ISO 17025 até 2026.
Para o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, os bons resultados das ações realizadas em 2025 abrem perspectivas positivas para o próximo ano. “A aprovação do Plano de Ação 2026 nos permite avançar com confiança, com foco em resultados concretos para a região e no fortalecimento do nosso papel como motor de inovação sustentável na Amazônia”, afirmou.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
ECONOMIA
Corrente de comércio brasileira alcança US$ 56 bi no mês de maio
No mês de maio de 2026 as exportações somaram US$ 32 bilhões e as importações, US$ 24,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 149 bilhões e as importações, US$ 116 bilhões, com saldo positivo de US$ 33 bilhões e corrente de comércio de US$ 264 bilhões.
Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (3/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
>> Balança Comercial Mensal – Dados Consolidados – Maio/2026
Assim, no mês de maio/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56 bilhões e o saldo foi de US$ 7,82 bilhões. Comparando-se este período com o de maio/2025, houve crescimento de 6,1% na corrente de comércio.
Nas exportações, comparado o valor de janeiro/maio 2026 (US$ 148,57 bilhões) com o de janeiro/maio – 2025 (US$ 136,68 bilhões) houve crescimento de 8,7%. Em relação às importações, houve crescimento de 3,2% entre o valor do período de janeiro/maio – 2026 (US$ 115,91 bilhões) com janeiro/maio – 2025 (US$ 112,35 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 264,48 bilhões e apresentou crescimento de 6,2% na comparação entre estes períodos.
Exportações e Importações por Setores
No mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 0,73 bilhão (9,8%) em Agropecuária e de US$ 1,37 bilhão (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação. Houve queda de US$ 0,13 bilhão (1,9%) em Indústria Extrativa.
Já comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,34 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,04 bilhão (7,8%) em Agropecuária e de US$ 0,1 bilhão (10,1%) em Indústria Extrativa.
No acumulado de janeiro a maio/2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,36 bilhões (7,3%) em Agropecuária; de US$ 5,37 bilhões (17,3%) em Indústria Extrativa e de US$ 4,08 bilhões (5,6%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,34 bilhões (4,2%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,53 bilhão (19,0%) em Agropecuária e de US$ 0,31 bilhões (6,2%) em Indústria Extrativa.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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