CUIABÁ
Ouvidoria Geral do Município debate alinhamento de estratégias e melhoria dos atendimentos
A Ouvidoria Geral do Município (OGM) realizou, na manhã desta quinta-feira (16), a primeira reunião geral de 2023 com a presença dos ouvidores setoriais para o alinhamento das estratégias de melhoria dos atendimentos. O encontro foi realizado no auditório da Prefeitura de Cuiabá. Garantir a agilidade e qualidade na prestação de serviços são premissas da gestão.
Dentre as propostas apresentadas e que se destacam, está a redução no tempo de respostas aos munícipes, que atualmente, é de 30 dias e, caso o novo projeto seja efetivado, passará para 10 dias.
Além disso, foram reforçadas aos colaboradores, as legislações vigentes, tanto municipais, estaduais e federais, que norteiam a prestação de serviços da Pasta. O ouvidor-geral, Heitor Reyes, ressaltou a importância da padronização dos atendimentos, na busca por soluções eficientes.
“Queremos padronizar nosso tratamento com a população, primando pela agilidade e transparência dos retornos. Nossa primeira reunião do ano e queremos até o final da gestão Emanuel Pinheiro, diminuir o tempo atual para cinco dias, além de ouvir as sugestões apresentadas pelos colaboradores na ocasião”, declarou.
A ouvidora da Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB), Laura Pinheiro, disse estar entusiasmada com os próximos passos, facilitando o acesso dos cidadãos ao Executivo Municipal. “Estou bem contente em saber vamos poder ajudar melhor, dar atenção às questões da sociedade. Juntos podemos ir além, com certeza”, acrescentou.
Dados oficiais
Somente em 2022, a gestão Emanuel Pinheiro, contabilizou mais de 19 mil manifestações, o que o que resultou na conquista de 70% de aprovação popular.
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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
CUIABÁ
Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura
A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)
O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.
Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.
Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.
O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.
Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.
Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.
A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.
Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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