CUIABÁ

Limpurb executa ação de revitalização do Parque das Águas


Gustavo Duarte

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou na sexta-feira (4), os trabalhos de limpeza, manutenção na iluminação e revitalização no Parque das Águas, localizado no Centro Político Administrativo.

A ação faz parte do planejamento da gestão Emanuel Pinheiro, que tem como objetivo intensificar os trabalhos de limpeza das avenidas, praças e bairros da Capital, principalmente durante a temporada de chuva, período em que ocorre um aumento considerável no número de demandas.

Durante os trabalhos, as equipes realizam os serviços de varrição, roçagem, poda de árvores, pintura de meio-fio, além da reforma dos banheiros do parque. “Nós vamos intensificar as limpezas de áreas verdes como praças e parques dos bairros da Capital. A expectativa é que a gente consiga atender todas as demandas e necessidades da população, principalmente, com a diminuição das chuvas que nesse ano tem castigado muito a nossa região e acaba atrapalhando os trabalhos das equipes que fazem as limpezas e manutenções. Com a diminuição desse período de chuva a gente espera conseguir atender com mais agilidade o anseio da população”, destacou o secretário Júnior Leite. 

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As ações deixam a cidade ainda mais bonita e também ajudam a evitar que uma grande quantidade de lixo tenha como direção as bocas de lobo da região e cheguem até o Rio Cuiabá. Todos os resíduos recolhidos por meio dessas atividades são encaminhados para o aterro sanitário. 

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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