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Katiuscia reforça a urgência de ampliar os atendimentos nas unidades de acolhimento

18/03/2025
Katiuscia reforça a urgência de ampliar os atendimentos nas unidades de acolhimento
Carolina Miranda – Assessora de Imprensa da Vereadora Katiuscia Manteli
Durante a sessão ordinária desta terça-feira (18), a primeira-secretária, vereadora Katiuscia Manteli, reforçou a importância da ampliação do atendimento nos espaços de acolhimento voltados às mulheres vítimas de violência doméstica, no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).
Com essa proposta, a primeira-secretária da Câmara busca amparar essas mulheres, ampliando o tipo de atendimento. Atualmente, essas unidades atendem exclusivamente essas mulheres as mães que perderam os filhos de forma brutal ficam desamparadas.&nbsp
“É necessário também oferecer apoio àquelas mães que perdem seus filhos por acidente ou suicídio. Sabemos do empenho da Secretaria da Mulher, da Secretaria de Assistência Social, da nossa primeira-dama, vereadora Samantha, e do prefeito Abílio em dar suporte às famílias. Nos solidarizamos profundamente com a senhora Ana Paula, mãe de nossa pequena Emily, que teve seu filho tirado ainda em vida”, pontuou.&nbsp
Momentaneamente, a unidade de acolhimento está com os atendimentos suspensos para pequenos reparos, conforme orientação do Ministério da Saúde.&nbsp
“Peço a compreensão dos nobres pares para que possamos agilizar a tramitação desse projeto, para que ele seja votado rapidamente e, assim, o espaço de acolhimento da mulher esteja pronto o quanto antes e possa ampliar o acesso”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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