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‘Julho Amarelo’: Dia D’ do mês de luta contra as hepatites virais resulta em 48 exames

A Secretaria Municipal de Saúde realizou na segunda-feira (25), o ‘Dia D’,  da campanha Julho Amarelo, que tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. A iniciativa contou com ações preventivas à população, além da oferta de vacinas contra Hepatite B e testes para a detecção da Hepatite C. O ‘Dia D’ foi promovido no Serviço de Atendimento Especializado do bairro Grande Terceiro.

Com a ação, foram realizados 48 testes, sendo que duas pessoas apresentaram resultado positivo. Na rede municipal, os testes são ofertados nas policlínicas e nas unidades básica de saúde do município, de segunda à quinta-feira, das 7h às 16h.

Cínara Thais Silva de Brito Sobrinho, enfermeira do SAE Grande Terceiro,  explica que as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C.

“O teste rápido dura 15 minutos e é realizado com uma gota de sangue do paciente. Uma vez positivo, o profissional de saúde solicita exames confirmatórios, que são realizados nos laboratórios e posto de coletas municipais. Posteriormente, o paciente é encaminhado para o serviço de referência (SAE Grande Terceiro ou para o SAE CPA). O SAE, por sua vez, possui uma equipe de profissionais qualificada e especializada no tratamento e acompanhamento das hepatites virais”, alertou.

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Segundo o Ministério da Saúde, as infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas já que nem sempre apresentam sintomas e  grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção, o que pode agravar o quadro de saúde.

Prevenção

A prevenção é a melhor forma de evitar as hepatites virais. Para evitar a doença é importante adotar medidas como vacinação, que estão disponíveis para Hepatite A e B na rede pública de Saúde, uso de preservativo nas relações sexuais, bem como evitar reutilizar materiais perfuro cortantes de uso único, como agulhas e alicates.

Conheça mais sobre as Hepatites B e C

A Hepatite B: É uma infecção grave do fígado causada pelo vírus da hepatite B, que pode ser facilmente prevenida por meio da vacina que é ofertada pelo SUS.

Hepatite C: Ela tem CURA. É a infecção causada por um vírus que ataca o fígado e provoca a inflamação. Tendo como principal forma de transmissão o contato com sangue e o compartilhamento de objetos não esterelizados. A Hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado. A doença se não tratada pode causar cirrose, câncer de fígado e até a morte. O acesso ao tratamento é feito por medicamentos ofertados gratuitamente pelo SUS. 

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*Com informações do Ministério da Saúde 

 

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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