CUIABÁ

Fórum Pró-Ferrovia realiza audiência pública dia 09 de outubro, na Assembleia Legislativa

No dia 09 de outubro, às 14h, será realizada uma audiência pública na Assembleia Legislativa para tratar sobre o projeto da Ferrovia Senador Emílio Vicente Vuolo. O requerimento, apresentado por oito deputados, foi aprovado por unanimidade e o evento será realizado em conjunto com o Fórum Pró-Ferrovia e a Prefeitura de Cuiabá, no plenário das deliberações da Assembleia.

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico e presidente do Fórum Pró-Ferrovia, Francisco Vuolo, o objetivo da audiência é convocar a empresa Rumo Logística, concessionária da ferrovia, para apresentar o cronograma e discutir o cumprimento do contrato estabelecido com o governo do Estado de Mato Grosso. “O contrato prevê que, em um período de cinco anos, a ferrovia alcance a cidade de Cuiabá. Até o momento, dois anos desde a assinatura do contrato, mas oficialmente, nenhum progresso foi reportado ao município”, revelou.

A ferrovia Senador Vuolo é vista como um projeto estruturante de grande relevância para a Baixada Cuiabana, que tem o potencial de transformar a economia local. O secretário explicou que sua chegada à capital proporcionará fretes mais econômicos e aumentará a competitividade do mercado local. “Com isso, vamos atrair investimentos industriais, novas empresas e gerar empregos, impulsionando o desenvolvimento econômico da região”.

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A expectativa é que a audiência pública abra caminho para uma discussão ampla sobre o projeto da ferrovia Senador Vuolo e seus impactos positivos para Cuiabá e a Baixada Cuiabana. Com o engajamento dos deputados, do Fórum Pró-Ferrovia e da Prefeitura, a população aguarda com interesse a apresentação do cronograma e o avanço dessa importante obra para todo o estado.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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