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Chico 2000 propõe sessão solene para homenagear comandantes da PMMT

22/03/2024
Chico 2000 propõe sessão solene para homenagear comandantes da PMMT
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Chico 2000 (PL), propôs o requerimento de sessão solene para homenagear os comandantes da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT). O evento visa reconhecer o papel vital que a PMMT desempenha na manutenção da ordem pública e na segurança dos cidadãos mato-grossenses.
“A Polícia Militar cumpre papel fundamental em nossa sociedade na proteção e cuidado de nossos munícipes, com destaque fundamental aos ilustres personagens que lideram os mais de 10 mil homens e mulheres responsáveis pela segurança ostensiva da população cuiabana e mato-grossense. Sendo assim, uma justa homenagem da Câmara Municipal de Cuiabá”, justificou o presidente.
A iniciativa, proposta conforme o artigo 20 do Regimento Interno da Casa, destaca a organização operacional da PMMT em comandos, batalhões e companhias independentes, além de grupos integrados com outras forças de segurança. A homenagem é um gesto de apreço pelos mais de 10 mil homens e mulheres que compõem a força policial, liderados por comandantes dedicados à proteção da população.
A data escolhida para a cerimônia antecede o “Dia de Tiradentes”, em 21 de abril, patrono da Polícia Militar, simbolizando a bravura e o sacrifício dos heróis e heroínas da PMMT. Chico 2000 argumenta que a sessão solene será um momento de reconhecimento e gratidão, refletindo o compromisso contínuo dos comandantes com a segurança e o bem-estar dos cidadãos.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura recorre de decisão que suspendeu decreto sobre loteamentos em Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o objetivo de reverter a decisão liminar que suspendeu o decreto municipal que interrompeu temporariamente a análise e a aprovação de projetos de loteamentos com terrenos menores que 200 metros quadrados. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira (10) e será analisado pelo Órgão Especial do tribunal.

A decisão que suspendeu o decreto foi tomada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo diretório estadual do MDB. Em decisão preliminar, a magistrada entendeu que o município criou novas regras para os loteamentos por meio de um decreto, quando isso dependeria de aprovação por lei.

No recurso, a Procuradoria Geral do Município afirma que a decisão foi baseada em uma interpretação divergente do decreto e pede que a liminar seja revogada. Segundo a Prefeitura, o texto não criou novas exigências para empreendedores, mas apenas interrompeu temporariamente a análise de determinados projetos até a conclusão da revisão da legislação urbanística da capital.

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Na fundamentação do recurso, a Procuradoria sustenta que “o ato, todavia, nada indefere e nenhum requisito novo impõe: seu art. 1º limita-se a suspender temporariamente a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de determinados projetos de parcelamento. As medidas de 200 m² e de 10 m operam como simples critério de delimitação do universo de processos sobrestados, e não como parâmetro urbanístico exigível dos administrados”.

Outro ponto contestado pela Prefeitura é o entendimento de que não existiria base legal para a edição do decreto. Conforme a Procuradoria, a medida está amparada em uma lei municipal que autoriza a administração pública a adotar providências preventivas em situações que possam trazer riscos ao interesse público.

A Prefeitura também defende que o decreto tem caráter temporário e preventivo e não altera a legislação em vigor nem cria novas regras para os loteamentos. “Não se trata de regulamento autônomo, mas de providência acauteladora fundada no poder geral de polícia urbanística: ato geral, de caráter técnico e subordinado aos parâmetros fixados na legislação vigente. Cuida-se de exercício típico do poder de polícia administrativa, e não de inovação normativa primária, o que afasta qualquer cogitação de usurpação da função legislativa”, argumenta a Procuradoria.

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O município afirma ainda que a norma não teve efeito retroativo, pois atingiu apenas projetos que ainda aguardavam análise, sem modificar aprovações já concedidas. A Procuradoria também sustenta que manter a suspensão do decreto pode provocar prejuízos maiores, já que permitiria a aprovação de novos loteamentos enquanto a revisão do Plano Diretor ainda está em andamento, criando impactos urbanísticos que seriam difíceis de reverter.

Com o recurso, a Prefeitura pede que a desembargadora reveja a própria decisão ou, caso isso não ocorra, que o caso seja levado ao Órgão Especial do TJMT para decidir se o decreto volta a produzir efeitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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