AGRONEGÓCIO
Senar Sergipe apresenta a Assistência Técnica e Gerencial aos produtores rurais no interior do estado
A primeira cadeia será a Bovinocultura de Corte, no município de Itaporanga D’Ajuda no dia 13/04 (quarta-feira) às 9h.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Administração Regional de Sergipe – Senar/SE inicia uma série de reuniões com produtores rurais no interior do estado para mobilizar o público, das cadeias que já realizava atendimento (bovinocultura de leite e de corte), mas também das novas cadeias, como olericultura e carcinicultura.
Os produtores rurais que tenham interesse em receber a Assistência Técnica e Gerencial do Senar de forma gratuita em várias cadeias produtivas podem procurar o Senar, com o objetivo de estar ainda mais próximo para tirar dúvidas sobre o Programa serão realizadas reuniões até fim do mês de abril. A primeira reunião será para a cadeia da Bovinocultura de Corte, no município de Itaporanga D’Ajuda nesta quarta-feira, 13 às 9h, no Sindicato Rural do município.
Quem pode participar
Os produtores que já fizeram o cadastro para receber a Assistência Técnica e Gerencial e aqueles que têm interesse em conhecer melhor o programa podem participar.
Os produtores que se cadastrarem e forem selecionados terão dois anos de acompanhamento e receberão atendimento gratuito. O objetivo é capacitar para o empreendedorismo e a gestão do negócio, elevar a renda e a produtividade buscando eficiência e eficácia, aumentar a rentabilidade, estabelecer o perfil tecnológico, social e econômico, além de elaborar o planejamento estratégico da propriedade.
Um levantamento dos dados feito pelo Senar Sergipe, dos produtores atendidos durante dois anos de ATeG no dentro do Programa Agronordeste, registrou aumento médio de 25% na renda bruta desses produtores assistidos na atividade leiteira, através de intervenções técnicas e gerenciais. O programa finalizou esse grupo com resultados de aumento de lucro de 150% dos produtores na bovinocultura do leite. Na fruticultura, são 26 produtores com aumento de 159% na margem bruta e na Agroindústria, o aumento foi de 104 % para os 33 produtores atendidos.
O produtor interessado deve comparecer à reunião e terá a oportunidade de fazer a inscrição presencialmente.
Confira o calendário de reuniões no Interior do estado de Sergipe:
BOVINOCULTURA DE CORTE
Itaporanga D’ajuda | 13/04 às 9h
Local: Sindicato Rural de Itaporanga
Nossa Senhora das Dores | 26/04 às 9h
Local: Secretaria Municipal de Agricultura
BOVINOCULTURA DE LEITE
Porto da Folha | 19/04 às 9h e às 14h
Local: Povoado Lagoa Redonda, às 9h
Local: Povoado Linda França, às 14h
CARCINICULTURA
São Cristóvão | 18/04 às 14h
Indiaroba | 20/04 às 14h
Local: Creche do Divino
Nossa Senhora do Socorro | 25/04 às 9h e às 14h
Local: Sede da Associação do Produtores de Camarão, às 9h
Local: Povoado Calumbi, às 14h
Pacatuba | 27/04 às 9h
Brejo Grande | 27/04 às 14h
OLERICULTURA
Itabaiana | 18/04 às 9h
Local: Sede da Secretaria da Agricultura, Rua Quintino Bocaiúva, 875, bairro Serrano.
AGRONEGÓCIO
Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor
O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.
Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.
O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.
O que o produtor deve:
Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:
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Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.
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Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.
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Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.
O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.
Fonte: Pensar Agro
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