AGRONEGÓCIO

Senar-AR/AM e Sindicato Rural de Presidente Figueiredo realizam Ação de Saúde Preventiva na comunidade Boa Esperança

No último sábado (7), o Senar-AR/AM, em parceria com o Sindicato Patronal Rural de Presidente Figueiredo e instituições voluntárias, realizou a primeira ação em Saúde Preventiva do Homem e da Mulher Rural este ano, no Amazonas. A comunidade Boa Esperança, em Presidente Figueiredo, foi a escolhida para receber a ação que ocorreu simultaneamente na Escola Municipal Ernandes Silva do Nascimento e na Unidade Básica de Saúde (UBS) Boa Esperança.

Foram realizados atendimentos médicos, pediátricos, odontológicos, vacinação, farmácia básica e palestras com temas variados como educação alimentar, saúde mental no âmbito familiar e Cuidados necessários no manuseio dos agrotóxicos. As crianças também foram atendidas com aplicação de flúor e orientações de saúde bucal. O evento contou ainda com um espaço de beleza que ofereceu corte de cabelo, serviço de barbearia, limpeza facial, esmaltação e limpeza de sobrancelhas.

Na abertura do evento, o presidente do Senar-AR/AM, Muni Lourenço, falou da importância de eventos como este para atender comunidades distantes, em especial produtores rurais e seus familiares, que nem sempre tem acesso a esses serviços e falou do compromisso da instituição com a saúde dos homens e mulheres do meio rural.

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O presidente do Sindicato Rural de Presidente Figueiredo, Leonardo Mississipe, parabenizou o Senar-AR/AM pela iniciativa e agradeceu a parceria. Pediu ainda, aos presentes, que aproveitassem a oportunidade de estar recebendo na comunidade serviços importantes para a manutenção da saúde.

Participaram ainda da abertura do evento, a superintendente do Senar-AR/AM, Jeyn’s Alves, a Gerente Técnica, Danielle Garcia e a coordenadora do Programa de Saúde Preventiva do Senar no Amazonas, Ana Pimenta.

Também estiveram presentes na abertura, a coordenadora de vigilância sanitária e saúde (FVS) do município, Odelcicleide Machado, representando a prefeitura local, o presidente da Associação Comunitária de Boa Esperança, Francisco de Assis, a representante do Idam, Aldair Oliveira, o gerente do Idam, Agostinho Campos e a gestora da escola municipal, Gleyce Carla.

Participaram como parceiros do Senar-AR/AM, nesta edição, as seguintes instituições e profissionais: Marinha Naval, Cetam, Senac, Prefeitura de Presidente Figueiredo, GT Agrotóxicos, IDAM, Sindicato de Beleza, Associação da Comunidade Boa Esperança, Profissionais Liberais de Manaus que se voluntariaram para participar.

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Governo abre crédito de R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

O governo federal publicou nesta segunda-feira (29.06), a Medida Provisória (MP) nº 1.349, que autoriza a abertura de crédito extraordinário de R$ 550 milhões para o subsídio à importação de óleo diesel rodoviário.

Os recursos, sob gestão do Ministério de Minas e Energia e execução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), têm como finalidade assegurar o abastecimento do combustível no mercado interno e reduzir a pressão de preços sobre o setor de logística e transporte.

A medida impacta diretamente a estrutura de custos do agronegócio. Como o óleo diesel representa parcela expressiva das despesas com escoamento da safra e mecanização, a entrada desses recursos visa mitigar a volatilidade das cotações internacionais que vinha encarecendo o frete rodoviário. O aporte de R$ 550 milhões foi classificado como despesa primária, utilizando o mecanismo de crédito extraordinário previsto na Constituição para situações de urgência e imprevisibilidade.

O subsídio, contudo, gera efeitos colaterais na economia. Analistas do mercado financeiro indicam que a utilização de verbas extraordinárias para intervenção direta no preço de combustíveis pressiona o resultado das contas públicas e pode gerar distorções na formação de preços pelos importadores.

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Para o produtor rural, a medida funciona como um mecanismo de contenção temporária de preços, sem, contudo, alterar os fundamentos de precificação do combustível no mercado global, que permanece atrelado ao câmbio e ao valor do barril de petróleo.

A eficácia do repasse final ao consumidor dependerá dos critérios de distribuição estabelecidos pela ANP. O setor produtivo permanece sob alerta em relação à perenidade da oferta e ao risco de que a medida, ao ser exaurida, resulte em um reajuste de preços para compensar o fim do subsídio governamental.

Fonte: Pensar Agro

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