AGRONEGÓCIO
Ministro Fávaro participa da 1ª Semana de Integração dos novos servidores
Teve início nesta quarta-feira (29) a 1ª Semana de Integração dos novos servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), provenientes do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). A programação foi realizada de forma híbrida, com atividades online e presenciais na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília (DF).
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do evento para recepcionar os novos servidores, destacando a importância do serviço público para a população brasileira. “Queremos estimulá-los, principalmente os que estão chegando, a se dedicar e a construir uma carreira promissora”, disse.
A Semana de Integração tem como objetivo promover a inclusão qualificada dos novos servidores, fortalecendo a cultura institucional por meio de uma experiência formativa alinhada às diretrizes do Programa Desenvolvimento Inicial. A iniciativa busca assegurar uma adaptação eficaz à administração pública, promovendo a excelência na prestação de serviços e contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais ao exercício das funções, em sintonia com a modernização da gestão de pessoas e as exigências normativas vigentes.
“Está no nome, na essência, servidor público é para servir à população brasileira. Trata-se de soberania e do fortalecimento do Inmet e de todos os institutos de meteorologia do Brasil. Muito do que está sendo feito é graças à força de vocês. Aos que estão chegando agora, venham com espírito colaborativo. Vão encontrar um ambiente muito propício para fazer desse Instituto um servidor da população brasileira”, evidenciou o ministro Fávaro.
A iniciativa integra o Programa de Desenvolvimento Inicial do Mapa (PDI), realizado pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas e de Gestão do Conhecimento (SGP), por meio da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro) e o Inmet. A ação é regida pelo Decreto nº 12.374/2025 que regulamenta o novo estágio probatório no serviço público federal.
A programação também incorpora o Eixo II do PDI do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), denominado “Estações Conjuntas”. A coordenadora-geral da Enagro, Luciana Gomes, explicou que a Escola, juntamente com as áreas internas do Mapa, elaborou um conjunto de soluções com o objetivo de promover a inclusão qualificada dos novos servidores, fortalecendo assim uma cultura institucional por meio de uma experiência formativa alinhada ao Plano de Desenvolvimento de Pessoas do Ministério. “A Escola Nacional de Administração Pública elaborou o PDI para todos os servidores oriundos do CPNU, dando a liberdade às demais escolas de governo para lançarem seus planos substitutivos”, afirmou.
Participaram da integração 36 servidores que foram nomeados em maio deste ano, sendo 16 meteorologistas, seis analistas de tecnologia da informação e 14 técnicos administrativos. Serão cinco dias de programação, até a próxima terça-feira (5), com atividades presenciais, palestras técnicas, vivências informativas e dinâmicas voltadas ao desenvolvimento de competências essenciais para o exercício das funções no Mapa. A carga horária total será de 40 horas de capacitação.
O diretor do Inmet, Carlos Jurgielewicz, destacou que esta semana marca um novo momento para o Instituto. “É a transformação do Inmet em uma plataforma multidirecional, onde estaremos dando grandes novidades para a agrometeorologia”, expressou.
Informação à imprensa
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AGRONEGÓCIO
Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.
A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.
Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.
No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.
A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.
Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.
Isan Rezende, presidente do IA
A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.
Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.
“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.
Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.
“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.
Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.
“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.
Fonte: Pensar Agro
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