AGRONEGÓCIO

Mais seis municípios gaúchos recebem retroescavadeiras por meio do Promaq

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul (SFA-RS), realizou nesta quarta-feira (11), em Porto Alegre, a entrega de máquinas agrícolas adquiridas com recursos do orçamento de 2025 destinados ao estado. A iniciativa integra as ações do Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Máquinas e Equipamentos para o setor agropecuário (Promaq).

Nesta etapa, foram contemplados os municípios de Alegria, Muçum, Panambi, Parobé, Paulo Bento e Putinga, com a entrega de seis retroescavadeiras. O investimento total é de R$ 2,22 milhões e tem como objetivo fortalecer a infraestrutura municipal voltada ao desenvolvimento rural.

A solenidade reuniu deputado federal, prefeitos, secretários municipais e representantes das administrações locais. 

O superintendente da SFA-RS, José Cleber Dias de Souza, ressaltou o papel do Promaq no fortalecimento da agricultura e a atuação integrada entre União e municípios. “O Mapa tem intensificado sua atuação de forma articulada. Essas máquinas chegam para qualificar a infraestrutura rural e garantir maior eficiência às atividades essenciais das comunidades do campo. Com esta nova entrega, já são 177 máquinas disponibilizadas e 140 municípios gaúchos contemplados desde 2024. O PROMAQ é um programa estratégico do Governo Federal, desenvolvido sob a liderança do ministro Carlos Fávaro”, destacou.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Agro responde por mais de 65% das exportações do estado

O agronegócio de Santa Catarina fechou 2025 com crescimento consistente, sustentado pela combinação de maior produção e preços mais firmes ao longo do ano. O Valor da Produção Agropecuária (VPA) alcançou R$ 74,9 bilhões, avanço de 15,1% em relação a 2024, segundo levantamento do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa), da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O resultado reflete alta de 6,3% nos preços médios recebidos pelos produtores e aumento de 9,5% no volume produzido. Na prática, o desempenho foi puxado por culturas e atividades com bom comportamento simultâneo de oferta e mercado, como milho, maçã, tabaco, soja, bovinos e suínos, favorecidos por condições climáticas mais regulares ao longo do ciclo.

No comércio exterior, o setor manteve peso predominante na economia catarinense. As exportações do agro somaram US$ 7,9 bilhões — o equivalente a cerca de R$ 41,5 bilhões, considerando câmbio próximo de R$ 5,25 —, com crescimento de 5,8% sobre o ano anterior. O segmento respondeu por mais de 65% das vendas externas do estado, consolidando sua relevância na geração de divisas.

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Apesar do avanço, o boletim técnico aponta que o desempenho poderia ter sido mais robusto não fosse a elevação de tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros a partir do segundo semestre, o que afetou parte dos embarques.

No campo, a melhora dos indicadores agregados não se traduziu de forma uniforme na renda do produtor. O estudo destaca que, no período pós-pandemia, a volatilidade de preços passou a ter impacto mais direto sobre a rentabilidade do que as variações climáticas. Entre 2021 e 2025, oscilações de mercado influenciaram de maneira mais intensa o resultado econômico de culturas como arroz, cebola e alho.

Esse movimento fica evidente no conceito de “ponto de nivelamento”, indicador que define o patamar mínimo de preço e produtividade necessário para cobrir os custos de produção. Segundo a análise, culturas como soja e alho operam com maior margem de segurança, enquanto arroz e cebola apresentam menor folga, tornando-se mais sensíveis a quedas de preço ou perdas de produtividade.

O levantamento também indica que, mesmo em um cenário de crescimento, a gestão de risco se torna cada vez mais central para a atividade. A combinação entre custos, preços e produtividade passa a determinar, com mais precisão, a sustentabilidade econômica das propriedades.

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Os dados consolidados de 2025 estão disponíveis no Observatório Agro Catarinense, plataforma que reúne indicadores da agropecuária estadual e acompanha a evolução do setor.

Fonte: Pensar Agro

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