AGRONEGÓCIO

Dia Nacional do Campo Limpo volta a ser comemorado presencialmente

Nesta quinta-feira, 18 de agosto, é comemorado o Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL). Celebrado anualmente nesta data desde o ano de 2008, após dois anos de comemorações virtuais, o DNCL volta a ser presencial. 

Com o objetivo de reconhecer a participação de diferentes agentes, como agricultores, canais de revenda e cooperativas, indústria fabricante e poder público, no programa de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil, o DNCL promove uma série de eventos. Neste ano, durante a 18ª edição, a ação destaque é o DNCL Sustentável, que irá mobilizar a comunidade e os elos da cadeia agrícola para arrecadação e plantio de mudas de árvores. Segundo o inpEV, Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, responsável pela gestão do Sistema Limpo Campo, a expectativa é que, pelo menos, 15 mil mudas sejam arrecadadas e plantadas em todo o país.

Com o slogan “Comemorando juntos as conquistas de todos”, o DNCL 2022 celebra a conquista de todos os elos da cadeia agrícola por destinar de forma ambientalmente correta cerca de 680 mil toneladas de embalagens vazias desde o ano de 2002. Além disso, a edição deste ano traz ainda a volta do DNCL Portas Abertas, que recebe a comunidade para a realização de atividades relacionadas às boas práticas ambientais. 

Leia Também:  Cerca de 100 produtores da ATeG leite participam de Dia de Campo em Presidente Getúlio

Integram  também o cronograma das atividades, palestras para estudantes e homenagem aos agricultores. As ações ocorrem em mais de 100 municípios de 19 estados do Brasil. 

Fonte: AgroPlus

Propaganda

AGRONEGÓCIO

Governo bloqueia R$ 518 milhões do Seguro Rural antes do novo Plano Safra

O governo federal retirou R$ 56,3 milhões adicionais do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Com o bloqueio de R$ 461,7 milhões efetuado em 9 de junho, o total retido pelo Executivo alcança R$ 518 milhões — mais da metade do orçamento previsto para 2026. A medida tensiona as negociações a sete dias do lançamento do Plano Safra 2026/27, marcado para 1º de julho.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) contestou os cortes. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion, afirmou que a retenção reduz a proteção financeira do produtor e desconsidera o aumento da frequência de eventos climáticos extremos. Segundo a entidade, os sucessivos bloqueios evidenciam a falta de prioridade do governo para a resiliência do campo e o descumprimento de expectativas de aporte para o seguro.

O seguro rural atua como o principal mecanismo de transferência de risco para o agricultor. Com a redução da subvenção, o mercado projeta encarecimento das apólices e restrição na oferta de cobertura. Pequenos e médios produtores, dependentes do subsídio estatal para obter financiamento bancário, devem ser os mais afetados pela medida.

Leia Também:  O desafio da qualificação profissional no agronegócio brasileiro

O Ministério da Agricultura (Mapa) justificou o contingenciamento como exigência das metas fiscais definidas pela Junta de Execução Orçamentária (JEO), admitindo que a disponibilidade de recursos reduz o alcance do programa para o novo ciclo agrícola.

A oposição ao bloqueio se concentra na tentativa de blindar o orçamento do setor. A FPA pressiona pela votação do projeto de lei da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que proíbe o contingenciamento do PSR. O tema será o principal ponto de embate durante o anúncio do Plano Safra na próxima semana, quando o setor cobrará medidas de recomposição para garantir a viabilidade dos investimentos para a safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA