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CITROS/CEPEA: Oferta elevada da tahiti mantém preço baixo


Cepea, 22/04/2022 – A disponibilidade de lima ácida tahiti continua elevada no estado de São Paulo, cenário que tem mantido os preços baixos, de acordo com pesquisadores do Cepea. Na parcial desta semana (de segunda a quarta-feira), os valores recuaram 0,6% frente ao período anterior, com média de R$ 15,34/cx de 27 kg, colhida. LARANJAS – A comercialização de laranjas está em ritmo lento. Colaboradores do Cepea indicam que os feriados de abril (dia 15, Sexta-feira da Paixão) e (Tiradentes, 21) limitaram o escoamento da fruta. Além disso, a recente queda nas temperaturas no Sul e no Sudeste do País também diminuem a demanda pela fruta. Na parcial desta semana, a laranja pera tem média de R$ 41,96/cx de 40,8 kg, na árvore, leve alta de 0,7% em relação à do período anterior. A variedade rubi tem média de R$ 34,60/cx, redução de 3,7% no mesmo comparativo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Risco de geada faz mercado internacional de café operar em alta

O mercado internacional de café abriu a semana com uma correção de preços impulsionada pelo prêmio de risco climático. A possibilidade de formação de geada nas áreas produtoras de arábica — Sul de Minas Gerais, Mogiana Paulista e Paraná — desencadeou um movimento de cobertura de posições por parte de fundos de investimento, elevando os contratos futuros nas bolsas de Nova York e Londres.

O arábica, cotado na Bolsa de Nova York, encerrou o último pregão com valorização, atingindo o equivalente a R$ 41,48 por quilo. O café conilon, negociado na Bolsa de Londres, também acompanhou a trajetória de alta, fechando o contrato de julho cotado a R$ 21,01 por quilo (considerando a cotação de R$ 5,17).

Análise de fundamentos:

  • Gestão de risco: O mercado incorporou o temor de geada como fator de volatilidade de curto prazo. A sensibilidade dos fundos às previsões meteorológicas é o motor atual dos preços.

  • Oferta: Independentemente da variação de temperatura, a sustentação das cotações permanece ancorada no cenário de oferta global restrita. O movimento de alta atual reflete o ajuste do mercado a um patamar de preço que compensa a escassez de produto.

  • Estratégia do produtor: Analistas indicam que a volatilidade deve perdurar até a consolidação dos dados sobre eventuais danos às lavouras. A recomendação técnica é de cautela na comercialização: enquanto a alta for movida estritamente pela especulação climática, o mercado está sujeito a correções rápidas; caso o frio confirme perdas reais de produtividade, a tendência de alta se consolida como um novo patamar estrutural de preços.

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O mercado físico no Brasil mantém a cautela. Produtores e tradings monitoram o comportamento das temperaturas nas próximas 48 horas como balizador para novas negociações. O cenário de preços segue atrelado à capacidade da safra brasileira em atender à demanda global, com o risco climático atuando como o principal limitador de oferta no curtíssimo prazo.

Fonte: Pensar Agro

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