MATO GROSSO
Escola de Saúde Pública promove curso de boas práticas no pré-natal, parto e nascimento
A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou, entre terça e sexta-feira (6 a 9.10), a segunda edição do Curso de Boas Práticas na Atenção ao Pré-Natal de Risco Habitual, Assistência ao Parto e Nascimento Saudáveis para a Baixada Cuiabana. O curso tem o objetivo de fortalecer a Rede Alyne e a atenção à saúde das mulheres.
A qualificação, com carga horária de 30 horas, está sendo realizada em cinco turmas de 30 vagas cada uma, totalizando 150 profissionais, no período de setembro de 2026 a junho de 2027, na sede da ESP-MT, em Cuiabá.
Estão sendo capacitados profissionais de Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande.
O curso conta com parceria do Escritório Regional de Saúde (ERS) da Baixada Cuiabana, da Comissão de Integração Ensino-Serviço (CIES Baixada Cuiabana) e das Secretarias Municipais de Saúde.
De acordo com a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a qualificação é direcionada, preferencialmente, a enfermeiros e gestores que atuam na Atenção Primária à Saúde nos 11 municípios que compõem a Regional Baixada Cuiabana.
“Precisamos ofertar um pré-natal humanizado para alcançar partos normais e reduzir violências obstétricas. Essa qualificação é para que os enfermeiros da Atenção Primária à Saúde se sintam seguros para observar riscos, acolher e fortalecer o encaminhamento para o parto adequado”, avalia.
Ainda segundo a superintendente, com a realização da primeira turma, constatou-se o grande interesse e motivação dos profissionais, inclusive com outros escritórios regionais interessados, como o de Água Boa.
O curso tem metodologia teórico-prática, com simulação realística, rodas de conversa e estudo de casos clínicos, sendo organizado em grupos de até seis profissionais para melhor supervisão.
Foram abordados o histórico da Política de Saúde da Mulher e da Rede Alyne, os direitos na gestação, as boas práticas do pré-natal, o acolhimento e a classificação de risco, as transformações fisiológicas da gestação, exames, vacinas, o pré-natal da parceria, os sinais clínicos do trabalho de parto, o plano de parto, a caderneta da gestante nacional e cuiabana, e o planejamento sexual e reprodutivo com métodos contraceptivos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.
As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.
Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).
Fonte: Governo MT – MT
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