PESQUISA PERCENT

Pivetta registra 33% em Cuiabá; Wellington tem 24% e Natasha, 16,3%, aponta Percent

Levantamento ouviu 600 eleitores da Capital e tem margem de erro de quatro pontos percentuais; governador também aparece numericamente à frente no cenário espontâneo

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) registra 33% das intenções de voto na disputa pelo Governo de Mato Grosso entre os eleitores de Cuiabá, segundo pesquisa do Instituto Percent. O levantamento foi realizado exclusivamente na Capital e divulgado na reta final da campanha eleitoral.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Wellington Fagundes (PL) aparece com 24%. A diferença numérica entre os dois é de nove pontos percentuais. Natasha Slhessarenko (PSD) ocupa a terceira posição, com 16,3%. Os demais candidatos registraram menos de 2%. 

No levantamento espontâneo, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Pivetta é citado por 23%. Wellington aparece com 6,7% e Natasha com 5%. Nesse cenário, 64% dos entrevistados ainda não indicaram um candidato. 

A Percent também apresentou simulações para um eventual segundo turno. No confronto entre Pivetta e Wellington, o governador registra 43%, enquanto o senador aparece com 36,5%.

Em outra simulação, sem Pivetta, Wellington alcança 39,8% diante de 37,5% de Natasha. A diferença de 2,3 pontos está dentro da margem de erro informada pelo instituto, caracterizando empate técnico nesse cenário. 

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O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Wellington aparece com 16,2%, seguido por Natasha, com 8,7%, Rafaell Milas, com 7,8%, e Pivetta, com 5,5%. 

A pesquisa ouviu 600 eleitores presencialmente em Cuiabá entre os dias 15 e 18 de setembro. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-02166/2026 e BR-08302/2026. 

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POLÍTICA MT

Janaína promete cumprir mandato no Senado e aponta Max Russi para disputa ao Governo em 2030

Candidata afirma que pretende exercer os oito anos de mandato e diz que deputado estadual é o nome trabalhado por seu grupo político para o Palácio Paiaguás no próximo ciclo

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Em reta final de campanha ao Senado por Mato Grosso, a deputada estadual Janaína Riva (MDB) afirmou que pretende cumprir integralmente os oito anos de mandato caso seja eleita e descartou, neste momento, uma eventual candidatura ao Governo do Estado. Ao mesmo tempo, apontou o deputado estadual Max Russi (Podemos) como o nome que seu grupo político trabalha para uma possível disputa ao Palácio Paiaguás em 2030.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva após sabatina promovida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), nesta quarta-feira (30).

Segundo Janaína, não existe um projeto para que ela deixe o Senado antes do fim do mandato para disputar outro cargo.

“Não tenho esse projeto de deixar minha candidatura ao Senado. Eu pretendo cumprir os meus oito anos como senadora”, afirmou.

Na mesma declaração, a candidata defendeu que Max Russi deveria ter sido o candidato ao Governo do Estado na eleição atual. Para ela, o grupo político mantém um alinhamento com o deputado e trabalha seu nome pensando em um projeto de longo prazo para Mato Grosso.

“Na minha opinião, o candidato a governador nessa eleição deveria ter sido o Max Russi (Pode). Então, nós temos um alinhamento com o Podemos, temos o nome do Max, que é um nome que nós temos trabalhado, pensando no Mato Grosso a longo prazo, seria o nosso candidato. Eventualmente, lá em 2030”, declarou.

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Max Russi é presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e disputa a reeleição para deputado estadual. Ele já afirmou publicamente que considera 2026 seu último pleito para o Legislativo estadual e que pretende se preparar para uma candidatura majoritária no futuro. 

Confiança nas urnas

Durante a entrevista, Janaína também citou levantamentos eleitorais recentes ao falar sobre sua expectativa para a disputa ao Senado. Ela afirmou que os números lhe dão confiança em relação ao resultado das urnas, embora tenha ressaltado que a eleição ainda precisa ser concluída.

A candidata mencionou especificamente uma pesquisa Quaest e afirmou que, segundo sua interpretação dos números, existe uma distância em relação aos demais concorrentes.

“Eu tenho uma distância de quase o dobro dos candidatos na última pesquisa Quaest, que é, talvez, uma das pesquisas mais assertivas e mais respeitadas do Brasil. Obviamente que não conto com o já ganhou, mas ela me dá uma segurança de que o trabalho está bem feito”, disse.

Janaína também afirmou que pretende manter uma postura de campanha voltada à conquista do chamado segundo voto, considerando que a eleição para o Senado em Mato Grosso terá duas vagas em disputa.

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Ataques durante a campanha

Ao comentar as críticas e os ataques que afirma estar recebendo durante a campanha, Janaína disse acreditar que passou a ser um dos principais alvos dos adversários em razão de sua posição nas pesquisas.

“Eu sou alvo, neste momento, de todos os candidatos, porque eles acreditam que eu sou a adversária a ser combatida só por estar na segunda colocação”, afirmou.

A candidata disse ainda que tem evitado direcionar ataques aos demais concorrentes para preservar a possibilidade de conquistar votos de eleitores que também avaliam outros nomes para a segunda vaga ao Senado.

“Estou fazendo uma eleição sem mirar em ninguém, sem atingir nenhum dos adversários, com o objetivo, também, de conquistar o segundo voto”, declarou.

Janaína também afirmou que ataques feitos por adversários podem, na avaliação dela, provocar perda de votos entre eleitores que poderiam escolhê-la como segunda opção.

O nome de Max Russi já vem sendo associado por aliados a um projeto majoritário para 2030. Em setembro, o próprio deputado afirmou que pretende encerrar o ciclo como deputado estadual e se preparar para uma eventual candidatura ao Governo do Estado no próximo pleito. 

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