Cultura

Max é homenageado por grupos de siriri e reforça compromisso com a cultura de Mato Grosso

Encontro no quintal do Flor Ribeirinha reuniu representantes da cultura popular de Cuiabá, Várzea Grande, Barão de Melgaço e Vila Bela da Santíssima Trindade.

Publicados

em

O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e candidato à reeleição, foi homenageado neste domingo (13) por grupos de siriri durante encontro realizado na Associação Cultural Flor Ribeirinha, em Cuiabá.

Representantes da cultura popular reconheceram o apoio do parlamentar e declararam apoio à sua reeleição.

O encontro organizado pela mestra da cultura popular e fundadora do Flor Ribeirinha Dona Domingas da Silva, reuniu integrantes dos grupos de Cuiabá: Raízes Cuiabana, Voa Tuiuiú, Flor do Campo, Buritis do Cerrado, além do próprio Flor Ribeirinha. Além do Siriri Primos e Primas do Capão do Pequi, em Várzea Grande, e Pôr do Sol do Pantanal, de Barão de Melgaço, e de representantes da cultura de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Também participaram o deputado federal Coronel Assis (PL) e o secretário municipal de Cultura de Cuiabá, Johnny Everson.

Durante a homenagem, Max recebeu uma viola de cocho e destacou a importância de preservar as manifestações culturais que mantêm vivas a história e a identidade de Mato Grosso.

Leia Também:  CST da Mineração realiza 3ª reunião ordinária

“Vocês fazem isso com amor, com dedicação e com muita dificuldade. Vocês são heróis por manter a nossa cultura. Um povo sem cultura é um povo sem história. Nós vamos valorizar ainda mais as nossas tradições e quero continuar trabalhando muito nisso nos próximos quatro anos”, afirmou Max.

Dona Domingas destacou a relação construída com Max e afirmou confiar na continuidade da parceria. “Receber o deputado Max foi uma felicidade imensa e um orgulho. O Max Russi é uma pessoa querida, um homem de palavra.”, afirmou.

O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, também destacou a participação de Max no fortalecimento das manifestações culturais e na realização de grandes eventos em Cuiabá.

Entre as iniciativas mencionadas estão o apoio às comemorações do aniversário da capital e ao Festival de Siriri e Cururu.

Ao agradecer a homenagem, Max reforçou que pretende ampliar a parceria com os grupos e utilizar o mandato para construir novas políticas de incentivo à cultura mato-grossense.

“Contem comigo. Quero vocês próximos também, trazendo uma orientação, uma ideia, um projeto de lei, algo que a gente possa fazer na Assembleia. Isso qualifica o nosso mandato e nos ajuda a entregar resultados melhores para a sociedade”, concluiu.

Propaganda

POLÍTICA MT

TCE alerta para risco de fechamento do CAMPI em Várzea Grande

Dificuldades financeiras interromperam atendimentos e colocam em risco a continuidade da assistência especializada a crianças com autismo e outros transtornos do neurodesenvolvimento

Publicados

em

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) alertou para o risco de fechamento do Centro de Atividades Multidisciplinar de Apoio Pedagógico Inclusivo (CAMPI), em Várzea Grande, diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela unidade. O espaço é responsável pelo atendimento especializado de centenas de crianças da rede municipal.

O alerta foi feito pelo presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, que esteve no CAMPI nesta segunda-feira (14), acompanhado dos auditores Denisvaldo Mendes Ramos e Sérgio Sales. A visita ocorreu após a unidade suspender os atendimentos na sexta-feira (11), devido a atrasos nos repasses da Prefeitura de Várzea Grande. Os serviços foram retomados na segunda-feira.

Atualmente, o CAMPI atende 348 alunos da rede municipal e conta com uma equipe multiprofissional formada por neurologista, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O contrato mantido com a Prefeitura prevê atendimento a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiências múltiplas, TDAH e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

A situação da unidade faz parte de uma auditoria mais ampla realizada pelo TCE sobre o atendimento oferecido a crianças autistas e neurodivergentes em Mato Grosso. O levantamento, conduzido pela Comissão de Políticas Públicas do Tribunal, ouviu quase 200 famílias de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Sorriso, Rondonópolis e Cáceres.

Leia Também:  Botelho destaca avanço na educação infantil e reforça parceria para ampliar creches em MT

Entre os dados levantados, 90,3% das famílias entrevistadas afirmaram já ter enfrentado interrupções no tratamento. Em aproximadamente metade desses casos, os responsáveis precisaram recorrer à Justiça para tentar garantir a continuidade da assistência.

O transporte também aparece como um dos principais obstáculos. Segundo o levantamento, 80% das famílias disseram já ter deixado de levar os filhos ao tratamento por falta de dinheiro para o deslocamento. Outros 71% afirmaram que a distância até os locais de atendimento prejudica o acompanhamento.

A pesquisa também revelou preocupação das famílias com o futuro das crianças. Ao todo, 97,2% dos entrevistados disseram não saber onde os filhos serão atendidos depois dos 14 anos, evidenciando uma lacuna na continuidade da assistência especializada.

Em Várzea Grande, o TCE identificou ainda uma diferença significativa nos números relacionados às crianças com autismo. Dados do Ministério da Educação apontavam 1.211 crianças no município, enquanto levantamento mais recente da Prefeitura indicava aproximadamente 2,3 mil.

A falta de atendimento adequado também contribui para o aumento da judicialização. Conforme dados apresentados pelo presidente do TCE, somente em Rondonópolis, ações judiciais relacionadas a tratamentos para pessoas com autismo representam um custo anual estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões.

Leia Também:  CST da Mineração realiza 3ª reunião ordinária

Em todo Mato Grosso, demandas judiciais relacionadas à reabilitação infantil movimentaram aproximadamente R$ 32 milhões entre 2024 e 2025.

A auditoria do TCE ainda está em andamento e pretende mapear a estrutura disponível nos municípios, identificar falhas na prestação dos serviços e cobrar medidas para garantir a continuidade do atendimento às crianças e às famílias.

Diante desse cenário, a situação do CAMPI em Várzea Grande passa a ser tratada como parte de um problema mais amplo na rede de atendimento especializado do Estado, com impacto direto na rotina das famílias que dependem desses serviços.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA