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MEC prorroga prazo para envio do Plano de Ação da Recomposição das Aprendizagens

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O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para 15 de setembro de 2026 o prazo para que os municípios preencham e enviem, pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), o Plano de Ação do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. As redes devem verificar a situação no sistema e concluir as etapas necessárias dentro do novo prazo. 

Até o momento, todos os estados e o Distrito Federal já enviaram seus Planos de Ação ao MEC. Entre as redes municipais, 4.534 já concluíram o preenchimento e enviaram o documento. 

Ao todo, 5.325 redes municipais aderiram ao Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. Entre elas, dos 791 que ainda precisam concluir o procedimento, 489 não iniciaram o preenchimento, 95 estão elaborando o Plano e 207 aguardam a validação do secretário de Educação para realizar o envio ao MEC. 

Com a prorrogação, as redes que ainda não concluíram o processo têm até 15 de setembro de 2026 para preencher, validar e enviar o Plano de Ação pelo Simec. 

Como enviar – O procedimento é realizado pelo Simec. Para evitar pendências, as redes devem verificar sua situação no sistema e seguir as etapas indicadas para preenchimento, validação e envio do documento. 

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1. Acesse o Simec 

Entre no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC utilizando o acesso da Secretaria de Educação. 

2. Consulte a situação da rede 

No sistema, verifique a situação do município em relação ao Plano de Ação e identifique se o preenchimento já foi iniciado ou se há alguma pendência. 

3. Preencha o Plano de Ação 

Caso o documento ainda não tenha sido concluído, preencha as informações solicitadas no sistema, de acordo com o planejamento da rede para as ações de recomposição das aprendizagens. 

4. Revise as informações 

Antes de concluir, confira os dados inseridos e verifique se todos os campos necessários foram preenchidos. 

5. Envie para validação 

Depois de concluir o preenchimento, o Plano deverá ser disponibilizado para validação pelo(a) secretário(a) de Educação, quando esta etapa for aplicável. 

6. Finalize o envio ao MEC 

Após a validação, o Plano de Ação deverá ser enviado ao MEC por meio do próprio sistema. 

Em caso de dúvidas, as redes podem entrar em contato com o MEC pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (61) 2022-9697. 

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Assessoria de Comunicação Social, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Nova CNH gera economia de R$ 9,6 bilhões para motoristas em oito meses

Mudanças nas regras reduziram custos e tempo para obtenção e renovação da carteira; medidas incluem digitalização, cursos gratuitos e renovação automática para bons condutores

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As mudanças recentes nas regras para obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já proporcionaram uma economia estimada de R$ 9,6 bilhões aos motoristas brasileiros em apenas oito meses. Os dados foram divulgados pelo Ministério dos Transportes nesta quinta-feira (10).

Segundo a pasta, o custo médio para obtenção da habilitação na categoria AB, que permite dirigir carros e motocicletas, passou a ser de aproximadamente R$ 1.256, uma redução de cerca de 50%. Além da economia financeira, o tempo médio necessário para conseguir a carteira também diminuiu 30%.

As novas regras foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) no fim de 2025 e alteraram de forma significativa o modelo tradicional de formação de condutores. Entre as mudanças está o fim da obrigatoriedade de realização de aulas exclusivamente em autoescolas.

Com a alteração, os candidatos podem realizar a preparação teórica por meio de cursos digitais gratuitos e fazer as aulas práticas com instrutores autônomos credenciados. De acordo com o Ministério dos Transportes, houve aumento de 12% na realização dos cursos teóricos após a implementação das novas regras.

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Outra mudança foi a redução da carga mínima de aulas práticas. O número, que anteriormente era de 25 horas, caiu para apenas duas horas. Também houve revisão de exigências consideradas burocráticas. Apesar das alterações, continuam obrigatórios os exames médicos, as provas teórica e prática e o registro biométrico dos candidatos.

O novo modelo também trouxe mudanças para a renovação da habilitação. Motoristas considerados bons condutores, sem infrações recentes e cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores, passaram a ter direito à renovação automática e gratuita em determinadas condições.

Segundo o Ministério dos Transportes, foram realizadas 1,7 milhão de renovações automáticas, resultando em uma economia de aproximadamente R$ 1,44 bilhão para os condutores.

A procura pela habilitação também cresceu. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 7,3 milhões de requerimentos, alta de 216% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 2,3 milhões. Para o governo, o aumento está relacionado à redução dos custos e à maior facilidade para emissão da CNH.

O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que o conjunto de medidas reduziu de maneira significativa o custo para obter a primeira habilitação, que historicamente representa uma barreira de acesso, principalmente para a população de menor renda.

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As mudanças, porém, também provocaram críticas de entidades ligadas ao setor de autoescolas. As organizações apontam possíveis riscos à qualidade da formação dos novos motoristas e defendem a manutenção de exigências mínimas mais rigorosas.

O governo, por outro lado, argumenta que a padronização dos exames e a manutenção das provas obrigatórias garantem a segurança necessária durante o processo de habilitação.

Nos primeiros meses de implementação, apenas 13,2% dos novos habilitados realizaram as aulas práticas com instrutores autônomos. O Ministério dos Transportes informou ainda que houve redução de 77% nos registros de infrações entre novos condutores.

As medidas fazem parte de uma estratégia de modernização e redução da burocracia no processo de habilitação, com foco na diminuição dos custos para os motoristas e na ampliação do acesso à CNH.

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