POLÍTICA MT

WELLINGTON REFORÇA NECESSIDADE DE AÇÕES PERMANENTES PARA ENFRENTAR A SECA E PROTEGER O PANTANAL

Pré-candidato alerta para o avanço da estiagem e defende medidas estruturantes para evitar um colapso ambiental, econômico e social na região pantaneira

O pré-candidato ao governo de Mato Grosso, senador Wellington Fagundes (PL), voltou a defender ações permanentes de prevenção e enfrentamento à seca no Pantanal após levantamento do MapBiomas apontar que Cáceres é o segundo município brasileiro que mais perdeu superfície de água em 2025, em comparação com a média histórica. O estudo também coloca outros quatro municípios mato-grossenses entre os 15 que mais registraram redução: Poconé, Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger e Vila Bela da Santíssima Trindade.

Para Wellington, os números confirmam um cenário que ele vem alertando há anos e exigem uma resposta imediata do poder público.

“Não podemos esperar que a seca se agrave para agir. Os dados mostram que o Pantanal já está sofrendo uma redução significativa da disponibilidade de água. É preciso planejamento permanente, ações preventivas e investimentos antes que o problema se transforme em um novo colapso ambiental e econômico”, afirmou o pré-candidato.

Wellington tem acompanhado de perto os impactos das mudanças climáticas sobre o bioma e participou recentemente de audiência no Senado para discutir os efeitos do fenômeno El Niño, que especialistas apontam como um dos fatores capazes de intensificar os períodos de estiagem e elevar o risco de incêndios florestais.

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Fagundes lembrou que, ao longo dos últimos anos, destinou recursos para a perfuração de poços artesianos, fortalecimento da infraestrutura hídrica e apoio aos municípios pantaneiros, além de cobrar continuamente ações preventivas para proteger a população, a produção rural e os recursos naturais da região.

O senador defendeu que o enfrentamento da seca no Pantanal seja tratado de forma permanente, com ações preventivas, monitoramento contínuo e fortalecimento da capacidade de resposta antes dos períodos mais críticos da estiagem.

“Todos sabemos que o período crítico chegará. Por isso, é fundamental investir em prevenção, planejamento e estrutura para reduzir os impactos da seca e proteger o Pantanal. Não podemos depender apenas de medidas emergenciais quando a crise já estiver instalada”, afirmou.

O parlamentar também defendeu um conjunto de medidas voltadas à segurança hídrica do Pantanal, envolvendo recuperação de nascentes, proteção das áreas úmidas, monitoramento contínuo dos rios, fortalecimento das brigadas de combate aos incêndios, ampliação da infraestrutura de abastecimento de água e integração entre Estado, União e municípios.

Além da preocupação ambiental, Wellington destacou que a redução da superfície de água compromete diretamente atividades fundamentais para a economia regional, como o turismo, a pesca, a navegação, o abastecimento das cidades e a própria biodiversidade pantaneira.

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**Atuação pela navegabilidade do Rio Paraguai**

Como presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), Wellington Fagundes também tem liderado iniciativas para garantir melhores condições de navegabilidade no Rio Paraguai.

No último dia 26 de junho, ele participou de reunião com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), ocasião em que a Frenlogi entregou ofício solicitando celeridade na renovação da licença ambiental e na contratação dos serviços de dragagem do Tramo Norte da Hidrovia do Rio Paraguai e da Baía do Malheiros, em Cáceres.

A medida busca garantir segurança para a navegação, preservar a funcionalidade da hidrovia e fortalecer a logística regional, especialmente diante da implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres.

Durante a reunião, Wellington ressaltou que o Rio Paraguai representa um patrimônio estratégico para Mato Grosso e que sua utilização precisa conciliar desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.

“A hidrovia é fundamental para o desenvolvimento do Estado, mas precisamos cuidar do rio.

Desenvolvimento e preservação caminham juntos. Nosso compromisso é garantir condições para que o Pantanal continue produzindo riqueza, preservando sua biodiversidade e assegurando qualidade de vida para as futuras gerações”, concluiu.

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Após reunião com Pivetta, Jayme endurece discurso, rejeita “candidato emprestado” e diz que eleição não pode ser vencida por W.O. – veja o video 

Em carta aberta e vídeo direcionados aos filiados do União Brasil, senador convoca militância para a convenção do dia 30 de julho, defende candidatura própria ao Governo de Mato Grosso e reforça a independência da legenda.

Poucos dias após uma reunião política com o governador Otaviano Pivetta, o senador Jayme Campos elevou o tom do discurso e deixou claro que o União Brasil pretende disputar o Governo de Mato Grosso com candidatura própria. Em carta aberta divulgada nesta segunda-feira (13), acompanhada de um vídeo nas redes sociais, o parlamentar convocou os filiados para a convenção estadual do partido, marcada para 30 de julho, e afirmou que a eleição de 2026 “não pode ser vencida por W.O.”.

Na mensagem, Jayme sustenta que o União Brasil reúne força política e representatividade para liderar um projeto próprio ao Palácio Paiaguás. Segundo ele, a população espera uma disputa de ideias e propostas, e não um processo eleitoral sem concorrência efetiva.

O trecho de maior repercussão da carta é a defesa da autonomia partidária. “O União não precisa de candidato emprestado. O União terá candidatura própria ao governador, com sua força e com sua participação”, escreveu o senador, em um recado que amplia o debate sobre as articulações políticas em andamento para a formação das chapas de 2026.

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Jayme também agradeceu a confiança dos correligionários para conduzir o projeto político da legenda e destacou que Mato Grosso precisa avançar em áreas como educação, saúde e segurança pública. Além disso, classificou a participação dos filiados na convenção como um ato em defesa da democracia e da independência do partido.

A manifestação ocorre em meio às intensas negociações que movimentam os bastidores da sucessão estadual e ganha ainda mais peso por ter sido divulgada após a recente reunião entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta, encontro que reacendeu especulações sobre possíveis composições para a disputa ao Governo do Estado. Entretanto, a carta evidencia que, neste momento, o senador mantém o discurso de fortalecimento do União Brasil e da defesa de uma candidatura própria na corrida pelo Palácio Paiaguás.

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