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Sétimo PREVBarco do INSS é inaugurado em Belém do Pará

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Comunidades ribeirinhas do Pará e Amapá serão beneficiadas com o atendimento da sétima unidade flutuante do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), inaugurada na manhã desta sexta-feira (26), no Terminal Hidroviário de Belém (PA). “Esta entrega se reveste de uma importância muito grande. Ela representa a implantação de uma política de inclusão, de redução das desigualdades e de atendimento a esse Brasil profundo, tão necessitado. O PREVBarco está pronto para começar a trabalhar e atender a essas pessoas”, destacou o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, que esteve na capital paraense para receber o PREVBarco Belém II, junto a presidente do INSS, Ana Cristina Silveira.

A Agência da Previdência Social Móvel Flutuante fará rota de atendimento pelos municípios de Breves, Anajás, Afuá, Chaves e Gurupá, no Pará. Além dessas localidades do arquipélago marajoara, o PREVBarco navegará até Cutias, Jarilândia e ao distrito de Bailique, na capital Macapá (AP). A primeira viagem de atendimento está prevista para meados de julho.

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­Foto: Edson Leal/MPS
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“Hoje é um dia emocionante para nós que trabalhamos no INSS e para as pessoas que serão atendidas. O barco representa a presença da Previdência Social em nossos rios da Amazônia, levando cidadania, dignidade e direitos a populações que historicamente enfrentaram barreiras de acesso”, pontuou Ana Cristina Silveira.

O PREVBarco, nomeado como Belém II, funcionará com os mesmos serviços de uma agência física do INSS, inclusive com uma sala para atendimento do Serviço Social e duas salas para a Perícia Médica Federal. Em média, a capacidade é de 230 atendimentos por dia, realizados por uma equipe que totaliza 10 servidores e nove tripulantes.

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Foto: Roneymar Alves/INSS­­

Somente em 2025, os PREVBarcos atenderam cerca de 115 mil pessoas em mais de 100 municípios do norte do Brasil. Foram analisados quase 46 mil requerimentos de benefícios, além de 73 milhões de reais injetados na economia da região. As populações rurais, indígenas, quilombolas, extrativistas e de pescadores desta região passam a receber em suas próprias comunidades a presença do INSS.

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Também participaram do evento de inauguração o superintendente regional Norte/Centro-Oeste, Iracemo Coelho, e o gerente do PREVBarco, Rodolfo Lima.

Texto: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Fonte: Ministério da Previdência Social

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NACIONAL

MEC lança curso de IA para professores do ensino fundamental

O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta sexta-feira, 26 de junho, o curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico – ensino fundamental”. A iniciativa integra as ações da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) e reforça o compromisso do governo federal com a qualificação dos professores para o uso ético e pedagógico das tecnologias digitais nas escolas públicas brasileiras. 

O curso é uma iniciativa da Secretaria de Educação Básica (SEB) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e é totalmente gratuito. A formação está disponível na Plataforma Mais Professores – ambiente virtual de aprendizagem do MEC. 

A iniciativa amplia uma ação que já apresentou resultados: em abril deste ano, o MEC disponibilizou a versão do curso voltada ao ensino médio, que alcançou mais de 22 mil cursistas – dado que evidencia o interesse crescente dos educadores pelo tema. Agora, os docentes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) também contam com uma formação estruturada e alinhada à realidade de suas turmas. 

Além de professores regentes, o conteúdo é voltado para os demais profissionais da educação, estudantes de pedagogia e de licenciaturas, coordenadores pedagógicos e demais profissionais da educação interessados em integrar a inteligência artificial (IA) às práticas pedagógicas de forma crítica e responsável. 

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Módulos – O curso está organizado em cinco módulos que articulam fundamentos conceituais, aspectos técnicos, implicações éticas e aplicações pedagógicas da IA. São eles: 

  • 1. Introdução à inteligência artificial: fundamentos históricos, conceituais e técnicos da inteligência artificial. Serão abordados temas como evolução da tecnologia, dados, algoritmos, aprendizado de máquina, redes neurais, ciclo de vida dos sistemas de IA e interação humano-IA. 
  • 2. Letramento em IA: parte de três eixos estruturantes, que são letramento em dados, letramento em algoritmos e letramento em modelos. Serão discutidos curadoria de dados, vieses, aprendizagem supervisionada e não supervisionada, funcionamento dos modelos de IA e suas limitações.  
  • 3. Sociedade e inteligência artificial: impactos da IA no mundo do trabalho, nas dinâmicas sociais e na sustentabilidade ambiental. Serão discutidos temas como indústria 5.0, equipes mistas humano-máquina, IA centrada no planeta, desigualdades e implicações políticas e sociais da adoção dessas tecnologias. O objetivo é ampliar a compreensão sobre o papel da escola na formação cidadã em uma sociedade digital. 
  • 4. Elementos pedagógicos: aplicação pedagógica da IA, com destaque para a IA generativa. Serão exploradas práticas como uso de chatbots, geração de textos, imagens, músicas e podcasts, elaboração de planos de aula, produção de avaliações acessíveis e revisão de textos.  
  • 5. Referencial curricular: referencial curricular proposto para a adoção da inteligência artificial na educação básica. Serão discutidas as dimensões, competências e habilidades organizadas para o ensino fundamental II e ensino médio, bem como orientações para implementação prática. 
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Diretrizes – A proposta formativa está alinhada ao referencial lançado pela Secretaria de Educação Básica, intitulado “Inteligência Artificial na Educação Básica: documento orientador sobre caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas”. O documento trata sobre os conhecimentos, aprendizagens e dinâmicas significativas de uso da inteligência artificial na educação básica, assim como os usos que não contribuem com o processo de ensino e aprendizagem. 

Esse curso foi produzido no âmbito da implementação do projeto Escolas Abertas Habilitadas por meio das Tecnologias para Todos, desenvolvido globalmente pela Unesco com apoio da Huawei. Na primeira fase, o projeto foi realizado no Egito, na Etiópia e em Gana; já a segunda fase (2024, 2025, 2026) ocorre no Brasil e na Tailândia, com continuação no Egito. No Brasil, o projeto é implementado em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e contribui para o avanço das políticas de educação digital e midiática, tendo como foco a formação de professores em competências digitais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  

Fonte: Ministério da Educação

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