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PF combate fraude em certificados escolares para obtenção de registro de vigilante

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Macaé/RJ. Nesta quarta-feira (27/5), a Polícia Federal deflagrou a Operação Libellum Falsum, com o objetivo de reprimir a compra e a utilização de certificados escolares falsos para burlar requerimentos de emissão de certificados de vigilante perante a PF. Na ação, policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Cabo Frio/RJ (3) e de Monteiro/PB (7).

A investigação foi iniciada após uma escola de formação de vigilantes sediada em Cabo Frio encaminhar à PF requerimentos de emissão de certificados de vigilante em favor de alunos que não haviam completado o ensino fundamental. A situação estava em desacordo com a alteração normativa que passou a exigir o ensino fundamental completo para fins de certificação profissional na área. Em razão da ausência de comprovação da escolaridade mínima exigida, os requerimentos foram indeferidos pela PF.

A instituição não apresentou documentação apta a comprovar a efetiva conclusão escolar dos alunos investigados, fato que resultou na suspensão de suas atividades.

Além disso, após esse caso, outros diplomas emitidos pela instituição de ensino de Monteiro/PB foram levados por requerentes à Unidade de Controle e Vistoria da Delegacia de Polícia Federal em Macaé/RJ, para fins de emissão do certificado de vigilante.

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Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de falsidade ideológica e de uso de documento falso, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser revelados no decorrer das apurações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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Nota à imprensa

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Brasília/DF. A Polícia Federal informa que encaminhou, na manhã deste domingo (13/9), ao Supremo Tribunal Federal, resposta ao despacho do ministro Edson Fachin, no âmbito da PET 16.704/DF, referente à custódia e ao estado do material extraído do aparelho celular apreendido de Daniel Bueno Vorcaro.

Em resposta ao STF, a Polícia Federal esclareceu que o material original permanece integralmente nas dependências da instituição, dentro de cadeia de custódia formalmente documentada, com os respectivos lacres íntegros e mecanismos de verificação de integridade digital.

A PF esclareceu, ainda, que a cópia dos dados extraídos encaminhada ao gabinete do ministro André Mendonça, em março deste ano, não corresponde ao material original, que jamais deixou a custódia da instituição. O envio daquela cópia ocorreu mediante solicitação do próprio gabinete, conforme documentação constante do processo administrativo correspondente.

Por fim, a Polícia Federal informou que dispõe de plenas condições técnicas para produzir e encaminhar cópia idêntica da extração aos demais gabinetes que a solicitaram, observadas as determinações da Corte e as cautelas de sigilo aplicáveis.

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A instituição reafirmou seu compromisso com a preservação da cadeia de custódia, a estrita observância do devido processo legal e se colocou à disposição do Supremo Tribunal Federal para a prestação de quaisquer esclarecimentos complementares, bem como para eventual verificação da integridade do conteúdo custodiado.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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