POLÍCIA FEDERAL

PF prende em flagrante suspeito de abuso sexual infantojuvenil na internet

São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19/5), mais uma fase da Operação Mujaki, voltada à repressão de crimes de posse, compartilhamento e produção de material de abuso sexual infantojuvenil pela internet.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal nas cidades de São Paulo/SP e Guarulhos/SP, resultando na prisão em flagrante de um dos investigados, surpreendido com material digital de abuso sexual infantojuvenil.

Durante as diligências, foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos pertencentes aos investigados. Os materiais serão encaminhados à perícia para análise e aprofundamento das investigações.

Os investigados poderão responder pos pelo menos três crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Nomenclatura e alerta

Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

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Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
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Fonte: Polícia Federal

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PF deflagra operação contra fraude bancária em Linhares/ES

Linhares/ES. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19/5), a Operação Lastro, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão no município de Linhares/ES, no âmbito de investigação que apura suposta fraude bancária praticada contra a Caixa Econômica Federal mediante emissão e desconto de duplicatas sem lastro comercial.

De acordo com as investigações, a empresa alvo da apuração teria utilizado o sistema de desconto de duplicatas da instituição financeira para obtenção de crédito bancário por meio da emissão de títulos vinculados a supostos compradores que, posteriormente, negaram a existência de relação comercial com a pessoa jurídica investigada.

Os elementos colhidos indicam que o esquema teria começado com operações realizadas dentro do limite rotativo regularmente disponibilizado pela instituição financeira, conferindo aparência de legitimidade às movimentações. Posteriormente, passaram a ser emitidas duplicatas sem efetiva circulação mercantil ou prestação de serviços correspondente.

As duplicatas eram descontadas por meio do internet banking empresarial, com os valores creditados diretamente na conta da empresa investigada. Segundo apurado, os boletos de cobrança não eram encaminhados aos supostos sacados, circunstância que teria retardado a identificação da fraude. O caso veio à tona após empresas procurarem a Caixa Econômica Federal informando cobranças relacionadas a títulos que afirmavam desconhecer.

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Durante a investigação, foram realizadas oitivas, análises documentais e exames telemáticos, que permitiram identificar dispositivos eletrônicos utilizados nos acessos bancários vinculados às operações investigadas, além de indícios relacionados à atuação dos investigados na rotina comercial, documental e financeira da empresa.

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Fonte: Polícia Federal

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