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Mais do que cargas, o Porto de Santos movimenta vidas

Quando Rodrigo Reis começou a trabalhar no Porto de Santos, ainda atuava na área de manutenção predial. Mas ele viu no porto um futuro mais promissor. A oportunidade surgiu por meio de um curso profissionalizante ligado ao setor portuário. Ele se inscreveu, foi contratado como auxiliar de manutenção e, pouco tempo depois, passou a trabalhar na área de mecânica.

Hoje, ele olha para trás com orgulho da trajetória que construiu e se enche de esperança com o que ainda está pela frente. “Trabalhar no Porto de Santos, hoje, significa oportunidade de crescimento, de aprendizado, de capacitação”, diz ele.

A história de Rodrigo se mistura à de milhares de pessoas que vivem, direta ou indiretamente, da atividade portuária na Baixada Santista. Mais do que movimentar cargas e conectar o Brasil ao comércio internacional, o Porto de Santos também impulsiona empregos, abre caminhos profissionais e transforma a vida de famílias inteiras.

No caso dele, essa relação atravessa gerações. Filho de portuário, Rodrigo cresceu vendo navios, caminhões e guindastes fazerem parte da paisagem da cidade. O cais sempre esteve ali, presente no cotidiano da família, como acontece com tantas outras pessoas em Santos. Hoje, sente que também constrói seu próprio caminho dentro dessa história. “Meu pai foi portuário a vida toda. O Porto faz parte da minha vida, da minha história, da minha família, das minhas realizações”, conta ele.

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A mudança profissional fez diferença dentro de casa. Segundo a esposa dele, Isadora Rodrigues, o emprego no porto permitiu que a família realizasse sonhos antes distantes, como a reforma da casa onde vivem. “Eles dão muita oportunidade de crescer. Crescer tanto pessoal quanto profissionalmente”, afirma.

Oportunidade que transforma

A trajetória da copeira Marli Aparecida da Silva também ajuda a mostrar como o Porto de Santos vai além da operação logística.

Ela lembra com emoção do dia em que recebeu a notícia de que seria efetivada no trabalho. “Para mim, trabalhar no Porto foi uma mudança de vida totalmente”, conta ela.

Aquele ambiente sempre dinâmico e cheio de oportunidades colocou nela uma vontade, até então adormecida, de buscar novos horizontes.

Marli passou a investir em qualificação profissional. Já fez cursos de vistoria de contêineres e atualmente estuda operações com granéis sólidos.

A vontade de aprender nasceu da curiosidade sobre aquele universo que passou a fazer parte da sua rotina. “A gente vê um contêiner passando, mas não tem ideia de como é, do que vai dentro. Trabalho diretamente com o Porto, então é bom a gente saber as coisas”, diz ela.

Fonte de oportunidades

No maior porto da América Latina, histórias como as de Marli e de Rodrigo se multiplicam todos os dias. Quanto mais o porto cresce, cresce junto a procura por profissionais preparados para atuar em diferentes áreas do setor.

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Para André Fleury Bonini, diretor-presidente do Centro de Excelência Portuária de Santos (CENEP), o porto depende diretamente das pessoas que fazem a atividade acontecer diariamente. “O que move o canal do Porto de Santos são as pessoas”, diz.

Segundo ele, iniciativas de formação profissional ajudam trabalhadores a se prepararem para novas oportunidades que surgem com o crescimento da atividade portuária.

Relação porto e cidade

Em Santos, é difícil separar a história da cidade da história do porto. O movimento de navios, caminhões e trabalhadores atravessa gerações e sustenta milhares de empregos diretos e indiretos na região.

Além de estivadores, operadores e tripulações, a atividade portuária também envolve profissionais de áreas como alimentação, manutenção, transporte, limpeza, segurança e serviços administrativos.

É essa rede que ajuda a explicar por que tantas histórias de vida acabam se cruzando com a do Porto de Santos.

Rodrigo resume bem tudo isso. Para ele, fazer parte dessa estrutura significa mais do que ter um emprego. Significa pertencimento, realização e perspectiva de futuro. “Hoje estou feliz trabalhando no Porto. Me sinto realizado. Me sinto orgulhoso de poder fazer parte disso”, concluiu.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Fernando de Noronha ganha novo terminal e amplia capacidade para receber turistas

A primeira etapa das obras de ampliação e modernização do Aeroporto de Fernando de Noronha – Governador Carlos Wilson, em Pernambuco, está concluída. A inauguração ocorreu nesta sexta-feira (15) e contou com a presença do ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca. O projeto recebeu o investimento privado de R$ 63 milhões e representa um avanço no setor aeroportuário do arquipélago.

Entre as melhorias, está a ampliação do terminal de passageiros, que passou de cerca de 1.000 m2 para mais de 2.800 m2. A entrega representa uma nova fase para o aeroporto, que recebeu mais de 376 mil passageiros em 2025, com operações das companhias Azul, Gol e Latam, conectando a ilha principalmente a Recife, Guarulhos e Aracaju.

Durante o evento, o ministro Tomé Franca destacou que a modernização representa um avanço importante para a infraestrutura turística da ilha. “Fernando de Noronha, um dos destinos turísticos mais procurados globalmente, agora conta com um aeroporto à sua altura. A experiência dos visitantes será aprimorada logo na chegada, com instalações confortáveis, requalificadas e ampliadas, preparadas para receber cada vez mais turistas com qualidade e conforto”, afirmou.

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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, também esteve presente e afirmou que a entrega foi resultado de diálogo e construção conjunta com o governo federal. “A parceria com o governo federal é fundamental. É claro que muitas vezes temos pontos de vista diferentes, mas quando a sentamos, dialogamos e construímos juntos, a gente busca alternativas. Unimos pessoas boas com um propósito e buscamos garantir o resgate da autoestima do povo que aqui vive”, disse.

Melhorias realizadas

A ampliação foi planejada para melhorar a experiência dos passageiros desde a chegada ao aeroporto. O novo espaço conta com áreas mais amplas de circulação, expansão do check-in e da sala de embarque, reorganização dos fluxos internos, modernização dos canais de inspeção de segurança e melhorias nas áreas de desembarque e restituição de bagagens.

O projeto contemplou ainda experiências exclusivas, como uma sala VIP de alto padrão e o conceito internacional “Corona Vista to Go”, da Corona, que conecta o viajante à paisagem e ao estilo de vida da ilha já dentro do aeroporto, além de outras importantes marcas de vestuário.

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Além das comodidades oferecidas, a obra ampliou significativamente a capacidade operacional do aeroporto. Com a modernização, o terminal poderá processar até 180 passageiros por hora e receber até 1.800 passageiros por dia.

As intervenções também incluíram melhorias nos acessos externos, reorganização do estacionamento, adequações nos sanitários, ampliação das áreas de apoio e reestruturação dos espaços administrativos.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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