NACIONAL

Protocolo de intenções entre Governo Federal e companhias aéreas formaliza cooperação para estimular viagens no Brasil

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, assinou, nesta quinta-feira (7), um protocolo de intenções com o Ministério do Turismo, a Embratur, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e as companhias aéreas Gol, Latam e Azul para a promoção de ações voltadas ao estímulo do turismo no Brasil. A assinatura ocorreu durante a abertura do 10º Salão do Turismo, em Fortaleza (CE).

O documento prevê ações de fortalecimento da divulgação de destinos turísticos e malhas aéreas, a consolidação do número de novas rotas criadas ou retomadas, número do aumento de frequências e de passageiros que optaram por realizar stopover, paradas programadas em viagens aéreas com mais de 24 horas na cidade de conexão em voos internacionais.

“Nos últimos três anos, fizemos recorde de investimento em aeroportos. Saímos de R$ 600 milhões para mais de R$ 1 bilhão em investimento público. E de privado, saltamos de R$ 4 bilhões para R$ 9 bilhões. Esses números se traduzem no número de passageiros – de 98 milhões em 2022 para 130 milhões”, afirmou. “Falar de infraestrutura é falar de gente, é através dela que as pessoas se conectam. Investir em infraestrutura é estar ao lado do povo brasileiro”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.

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O MPor integra o protocolo por meio da Agenda Conectar e será responsável, junto com o MTur, pelos planos de ação referentes a tributos, judicialização, sustentabilidade, acessibilidade, relações de consumo e fortalecimento da conectividade regional. O documento é válido por 12 meses, prorrogável por igual período.

Salão do Turismo
Realizado pela primeira vez no Nordeste, o Salão do Turismo promove a comercialização de roteiros, experiências e produtos turísticos do Brasil, reunindo expositores dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação com cultura, gastronomia, artesanato e oportunidades de negócios. Este ano, o tema é “Do lado do povo brasileiro.”

“É muito bom participar deste grande evento aqui no Nordeste. A gente renova a nossa esperança quando temos um setor que valoriza uma região que tem um grande potencial para o turismo e fazer do turismo um promotor do desenvolvimento econômico, social, e de geração de emprego e renda”, ressaltou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.

Ações
A abertura contou com a presença do presidente em exercício, Geraldo Alckmin, que anunciou o montante previsto para o Fundo Nacional de Turismo (Fungetur). “Este ano, serão R$ 826 milhões para investimento, capital de giro e crédito para o setor, com R$ 100 milhões apenas para os micro e pequenos empreendedores, e juros a 9% ao ano. Este é um setor campeão de geração de emprego, distribuição de renda e que tem espaço para todos. É um setor estratégico”, afirmou.

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O presidente em exercício também destacou o acordo União Europeia-Mercosul e a medida publicada nesta quinta-feira (7) que retira a obrigatoriedade de visto para chineses que vierem ao Brasil como políticas de estímulo ao turismo.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, frisou o foco em medidas para fortalecer os micro e pequenos empreendedores. “O Salão é, hoje, palco de ações concretas. Estamos colocando no centro das nossas atenções aqueles que por muito tempo foram invisíveis pelo mercado financeiro, os microempreendedores individuais que, a partir de agora, terão uma linha de crédito especial para complementar renda e gerar riqueza. É justiça social, trocando a dependência pelo protagonismo”, afirmou.

Também participaram do evento o ministro do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias; o governador do Ceará, Elmano Freitas; o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão; e o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Rio Grande do Norte

De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Rio Grande do Norte passou de 5,3 para 5,7 nos anos iniciais e de 4,1 para 4,6 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 3,7 para 4,2. Na rede pública do estado, o resultado passou de 4,8 para 5,2 nos anos iniciais; de 3,7 para 4,2 nos anos finais; e de 3,2 para 3,9 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Rio Grande do Norte teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Rio Grande do Norte passou de 201,00, em 2023, para 207,99 pontos, em 2025; e em matemática, de 209,07 para 217,68. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 250,31 para 255,84, e em matemática, de 246,10 para 254,56. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 267,52 para 269,92; e em matemática, de 263,79 para 265,59.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. 

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Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Fonte: Ministério da Educação

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