NACIONAL

Lançada Coleção Brasileira de Educação Digital e Midiática

O Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) lançaram, nesta quinta-feira, 30 de abril, a Coleção Brasileira de Educação Digital e Midiática, reafirmando o compromisso do governo federal com o fortalecimento das competências digitais e midiáticas no ambiente escolar. A Coleção é disponibilizada em um ambiente digital que compila, organiza e facilita o acesso a recursos pedagógicos e cursos autoinstrucionais voltados à promoção da cidadania e à educação digital. A iniciativa contou com apoio técnico do Instituto Porvir e do governo do Reino Unido. 

O lançamento ocorreu durante um webinário transmitido pelo canal do MEC no YouTube, com o objetivo de apresentar a nova ferramenta que apoiará redes de ensino e professores na implementação curricular desta área interdisciplinar em todo o país. 

Representando o Ministério da Educação, a consultora Larissa Santa Rosa, reforçou que a pasta assumiu o compromisso de apoiar as redes para que os alunos desenvolvam um uso crítico, ético e responsável das tecnologias. “Temos trabalhado com uma visão integrada que vai além da conectividade; incluindo outros eixos, como a formação continuada dos professores e a coleção ganha ainda mais relevância nesse contexto”, explicou. 

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Recursos e formação – Durante o evento, foi detalhado que a plataforma oferece uma curadoria de mais de 90 formações on-line voltadas a profissionais da educação. O acervo inclui cursos disponíveis no portal Mais Professores, materiais do MEC RED e outras formações desenvolvidas em parceria com diversas instituições. Além dos cursos, a Coleção disponibiliza guias voltados à educação digital e midiática, como orientações para o uso de dispositivos digitais, para a abordagem do tema no currículo e para o apoio à gestão do uso de tecnologias nas escolas. A plataforma também permite que educadores criem trilhas formativas personalizadas, adequadas à realidade de cada sala de aula. 

Escolas Conectadas – A ação está inserida na Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, que busca integrar a cultura digital de forma crítica e segura ao cotidiano pedagógico. Assim como outras iniciativas de educação continuada promovidas pelo MEC, o lançamento da Coleção visa fortalecer a articulação entre os serviços de educação e as novas demandas da contemporaneidade, promovendo o desenvolvimento e a educação integral dos estudantes. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

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Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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