POLICIAL

Polícia Militar prende faccionado por tráfico e apreende mais de R$ 3 mil em Sinop

Policiais militares do 11º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (8.4), em Sinop (a 480 km de Cuiabá), um homem de 21 anos suspeito de tráfico de drogas, durante abordagem de rotina. Com ele, foram apreendidas 16 porções de substância análoga à cocaína, além de uma motocicleta e R$ 3.040 em dinheiro. A ação integra o reforço do policiamento ostensivo no município, com foco no enfrentamento ao comércio ilegal de entorpecentes e na desarticulação de atividades criminosas.

A equipe do Grupo de Apoio (GAP) realizava patrulhamento tático pelo bairro Jardim São Paulo quando avistou o suspeito conduzindo uma motoneta, sem placa, em alta velocidade, na rua Antônio Porto. Diante da irregularidade, os policiais realizaram a abordagem.

Com ele, os policiais localizaram os entorpecentes e a quantia em dinheiro. Questionado sobre os ilícitos, o homem afirmou que estava a caminho de um bar para comercializar os entorpecentes e que o dinheiro seria proveniente de vendas já realizadas.

Sobre a motoneta, o suspeito disse que a placa havia quebrado e que o veículo estava em ligação direta. Não havia nenhum registro irregular contra a motocicleta. O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou pelo telefone 0800 065 3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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