NACIONAL
Ministério do Turismo viabiliza cerca de R$ 300 milhões em investimentos turísticos durante Caravana Federativa em Maceió (AL)
O Ministério do Turismo (MTur) encerrou, nesta sexta-feira (27/03), sua participação na Caravana Federativa do Governo do Brasil, realizada em Maceió (AL), com um resultado expressivo para o fortalecimento do setor: a Pasta conseguiu viabilizar o avanço de convênios e investimentos que somam cerca de R$ 300 milhões destinados a projetos turísticos no Estado. A atuação técnica do ministério contribuiu para facilitar processos administrativos, acelerar o incentivo à execução de obras e ampliar o acesso dos municípios alagoanos a recursos federais voltados ao desenvolvimento do turismo.
Ao longo dos dois dias de evento, a equipe do MTur realizou mais de 75 atendimentos técnicos a prefeitos, secretários municipais de turismo, representantes estaduais e integrantes do trade turístico, com foco na captação de recursos federais e no fortalecimento das políticas públicas nos municípios. O evento contou com a presença do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante a cerimônia de abertura, no dia 26 de fevereiro.
Durante a programação, a maior parte das demandas apresentadas pelos gestores municipais esteve relacionada ao acesso a investimentos do Ministério do Turismo, especialmente para obras de infraestrutura turística. Os participantes buscaram orientações sobre elaboração de projetos, acesso a recursos federais e estruturação de propostas para captação de emendas parlamentares.
Nos atendimentos presenciais, em parceria direta com a Caixa Econômica Federal, técnicos do ministério realizaram consultas em sistema e encaminharam gestores aos estandes responsáveis para solucionar pendências administrativas, contribuindo para acelerar a execução dos projetos.
A equipe técnica do MTur também esclareceu dúvidas sobre programas estratégicos da Pasta, como o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) e o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), além de iniciativas de apoio à realização de eventos turísticos e ações de qualificação profissional.
ORIENTAÇÃO DIRETA — A atuação integrada permitiu orientar gestores sobre o chamado “caminho do recurso”, incluindo as etapas necessárias para a captação de emendas parlamentares, mecanismo amplamente utilizado pelos municípios para viabilizar investimentos no turismo. Parlamentares da região já possuem histórico de apoio à pauta turística, o que amplia as oportunidades de financiamento para os destinos locais.
FORTALECIMENTO — A Caravana também fortaleceu a governança regional do turismo em Alagoas. Em parceria com a Secretaria de Estado do Turismo, o MTur orientou municípios sobre a adesão ao Mapa do Turismo Brasileiro, encaminhando gestores que ainda não integram o programa para atendimento especializado no próprio evento. A iniciativa contribui para ampliar o acesso às políticas públicas federais voltadas ao setor.
Segundo o balanço da equipe técnica, os dois dias de atividades possibilitaram uma escuta qualificada das demandas locais, aproximando o Ministério do Turismo dos gestores municipais e das Instâncias de Governança Regionais (IGRs). A ação reforçou a cooperação entre União, estado e municípios, com foco na melhoria da gestão turística, na atração de investimentos e na geração de emprego e renda por meio do turismo.
A CARAVANA — A Caravana Federativa é uma iniciativa do Governo do Brasil que reúne diversos ministérios e órgãos federais para levar serviços, orientações e atendimento direto aos gestores públicos, fortalecendo o pacto federativo e ampliando o acesso às políticas públicas em todas as regiões do país.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Alexandre Silveira anuncia publicação da portaria do primeiro leilão de baterias do país
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta sexta-feira (22/5), durante participação no Fórum Esfera Nacional, no Guarujá (SP), que o Governo do Brasil publicará nos próximos dias a portaria do primeiro leilão de baterias do Brasil. A medida, considerada estratégica pelo Ministério de Minas e Energia (MME), integra o processo de modernização do setor elétrico e busca ampliar a segurança energética do país diante do avanço acelerado das fontes renováveis.
Durante painel sobre matriz energética, Silveira destacou que o leilão representa um marco para a transição energética brasileira ao combinar inovação tecnológica, estabilidade operacional e fortalecimento da indústria nacional. O certame deve ocorrer ainda no segundo semestre de 2026 e prevê a contratação de sistemas de armazenamento de energia em baterias para atuação no Sistema Interligado Nacional (SIN).
“O armazenamento de energia será peça central para integrar renováveis, reduzir perdas e modernizar o sistema elétrico brasileiro”, afirmou o ministro ao defender a necessidade de ampliar a flexibilidade do sistema diante da expansão das fontes solar, eólica e biomassa.
Silveira ressaltou que o governo realizou uma ampla rodada de debates técnicos internacionais antes da definição do modelo brasileiro. Segundo ele, a experiência internacional demonstrou que projetos de armazenamento geralmente dependem de forte subsídio estatal, cenário diferente do adotado pelo Brasil. “Precisou ser um debate muito profundo para que a gente possa agora, com segurança, lançar o leilão”, afirmou.
O ministro também afirmou que o governo discute mecanismos progressivos de conteúdo local para estimular a cadeia produtiva nacional ligada ao setor de baterias e sistemas de armazenamento. “Nós precisamos fortalecer a indústria nacional”, destacou.
Além do leilão de baterias, o painel abordou temas ligados à segurança energética, minerais críticos, combustíveis, gás natural, biocombustíveis e exploração da Margem Equatorial. Ao comentar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o setor energético global, Silveira afirmou que o Brasil está entre os países menos afetados pela alta internacional dos combustíveis graças às medidas adotadas pelo governo federal, como ampliação da capacidade de refino, monitoramento do abastecimento e ações de desoneração.
Sobre a Margem Equatorial, o ministro defendeu que o Brasil possui capacidade técnica para conciliar desenvolvimento econômico, soberania energética e responsabilidade ambiental. “O Brasil sabe onde quer chegar e quer chegar num país desenvolvido, inclusivo, sustentável e para todos”, afirmou.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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