MATO GROSSO

Seduc abre inscrições para Curso de Técnicas de Leitura e de Escrita no Sistema Braille 1

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) alerta os interessados que estão abertas, entre os dias 16 e 19 de fevereiro, as inscrições para o Curso de Técnicas de Leitura e de Escrita no Sistema Braille 1. A formação gratuita é destinada a profissionais da educação e à comunidade interessada em acessibilidade e inclusão.

O curso tem como objetivo capacitar os participantes na leitura e escrita em Braille, contribuindo para a inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão em contextos educacionais, sociais e culturais.

No total, serão ofertadas 30 vagas, além de 30 para cadastro reserva. Para se inscrever, é necessário ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e disponibilidade para frequentar as aulas presenciais. Os candidatos selecionados deverão apresentar documentação comprobatória no primeiro dia.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do Casies, onde também está disponível o cronograma e orientações detalhadas para participação. A lista de classificados será divulgada em 20 de fevereiro.

As aulas vão acontecer de 2 de março a 29 de junho, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 21h30, totalizando 50 horas de carga horária. Para aprovação, será exigida frequência mínima de 75% e média final igual ou superior a 7. Os concluintes receberão certificado de 50 horas.

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Promovida pelo Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies), o curso será realizado presencialmente no Centro Estadual de Educação Inclusiva, em Cuiabá.

Confira, em anexo, o edital do curso

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Governo MT – MT

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