MATO GROSSO

Políticas públicas ampliam produção de alimentos e transformam a agricultura familiar em MT

O Governo de Mato Grosso avança na consolidação de um dos mais amplos e estruturados programas estaduais de fortalecimento da agricultura familiar do país, por meio de ações coordenadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

Os investimentos estruturantes ampliam a competitividade, a produção e a segurança alimentar no estado, alcançando diretamente produtores de pequena escala, associações e cooperativas em todas as regiões.

O modelo de políticas públicas em MT ganhou reconhecimento nacional em uma pesquisa aplicada recentemente, pelo instituto AtlasIntel, que avaliou a performance dos governos estaduais em todo o Brasil, confirmando que Mato Grosso possui a 2ª melhor gestão da agricultura do país.

O levantamento analisou a eficiência das políticas públicas, a capacidade de entrega e o impacto das ações governamentais no setor produtivo, colocando o estado no topo do ranking de excelência e resultados.


Para a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, o reconhecimento reflete um trabalho coletivo e estruturado.

“Essa conquista é o reflexo de um trabalho sério que une planejamento estratégico e execução eficiente, primícias do atual Governo. A integração entre Seaf e Empaer também foi muito importante para as conquistas obtidas nos últimos anos. Agradeço o Governo do Estado pela confiança em cada gestor, servidor público e profissional da área”, afirmou

Estudos técnicos elaborados pela equipe da Seaf mostram que Mato Grosso reúne condições estratégicas para avançar ainda mais: solo fértil, diversidade climática, grande extensão territorial e forte presença da agricultura familiar nos 142 municípios, além de amplo potencial para expandir cadeias como leite, fruticultura, olericultura, mandioca, mel, café e produtos da sociobiodiversidade.

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O engenheiro agrônomo Dr. Luciano Ferreira, da equipe técnica da Seaf, destaca que o estado reúne condições naturais favoráveis, que combinam clima, solo e território, além de um ambiente produtivo estratégico para o crescimento da agricultura familiar.

“Os dados do Censo Agropecuário do IBGE mostram que a agricultura familiar em Mato Grosso é responsável por 94% do maracujá, 74% da banana, 90% do citrus e 80% do leite. Nos últimos 10 anos, o estado saiu da penúltima colocação para a 9ª posição no ranking nacional de produção de café, com crescimento de 185% na produtividade por hectare. Quando combinamos tecnologia, pesquisa, assistência técnica e fomento, transformamos produtividade em renda e renda em qualidade de vida. O potencial é extraordinário, e os resultados começam a aparecer em todas as regiões”, explicou Luciano.

Na fruticultura, desde 2021 foram distribuídas mais de 500 mil mudas de banana micropropagadas e 130 mil mudas de citrus enxertadas. Esses investimentos são potencializados pela atuação da Empaer, responsável pela assistência técnica e extensão rural contínua, realizada diretamente junto aos produtores de pequena escala, associações e cooperativas. A presença dos extensionistas no campo garante que os recursos públicos se transformem em ganhos reais de produtividade, organização da produção, fortalecimento do cooperativismo e geração de renda.

Os resultados já são percebidos em diferentes cadeias produtivas. A Cooperativa dos Seringueiros de Itiquira (Coopsob), por exemplo, registrou em 2024 a produção de 24 toneladas de limão Tahiti, 12 toneladas de banana e 7,5 toneladas de maracujá, demonstrando o impacto direto do apoio técnico e do fomento.

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Na pecuária leiteira, o Governo de Mato Grosso executa um dos programas mais inovadores do Brasil: o projeto de Transferência de Embriões, que já atendeu 385 produtores em 22 municípios. Com a tecnologia, vacas que produziam em média 4,47 litros por dia passaram a produzir até 15 litros diários, elevando significativamente a renda das famílias atendidas.


O vice-governador Otaviano Pivetta, que tem origem na agricultura familiar, reforça que o conjunto de investimentos representa um salto histórico para os pequenos produtores.

“Eu venho da agricultura familiar e conheço a força e a dificuldade de quem vive da produção rural. Tenho orgulho de ver Mato Grosso avançando com políticas sérias, técnicas e eficientes. A parceria entre Seaf e Empaer está chegando onde realmente importa: na propriedade, no pequeno produtor, na família que vive do campo. Estamos mostrando que é possível transformar cadeias inteiras com planejamento, tecnologia e gestão. Mato Grosso está no caminho certo e vamos continuar ampliando esses resultados para todos os 142 municípios”, ratificou.

Além dos avanços produtivos, o estudo técnico aponta resultados ambientais integrados às políticas públicas, com ações voltadas à regularização ambiental, prevenção de incêndios, fortalecimento da bioeconomia e incentivo ao cooperativismo entre povos indígenas e comunidades tradicionais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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