PRÊMIO DE JORNALISMO

Governo de Mato Grosso entrega 1º Prêmio de Jornalismo e reconhece 12 profissionais da comunicação – Veja o video

Iniciativa da Secom busca valorizar a imprensa e fortalecer a divulgação das ações do Estado

O Governo de Mato Grosso realizou, nesta quinta-feira (18), a cerimônia de entrega do 1º Prêmio de Jornalismo do Estado, iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). O evento marcou um novo momento de reconhecimento institucional ao trabalho da imprensa mato-grossense, com a premiação de 12 profissionais da comunicação em diferentes categorias.

A solenidade contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que destacou que o prêmio tem como principal objetivo reconhecer, valorizar e incentivar o jornalismo profissional, especialmente as produções que contribuem para ampliar o conhecimento da população sobre as ações e políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado.

Segundo Pivetta, o fortalecimento da imprensa é fundamental para garantir transparência, acesso à informação e uma comunicação mais próxima da sociedade.

À frente da Secretaria de Estado de Comunicação, a jornalista Laice Souza ressaltou que a premiação vai além do reconhecimento individual. De acordo com ela, a iniciativa também cumpre um papel estratégico ao ampliar o alcance das informações oficiais, facilitando o acesso da população aos serviços e projetos executados pelo Estado.

“O prêmio valoriza os profissionais da imprensa e impulsiona a divulgação das ações governamentais, aproximando a informação do cidadão”, destacou a secretária.

Durante o evento, os vencedores receberam troféus e premiações em dinheiro, incluindo o valor de R$ 50 mil para o primeiro lugar na categoria Impresso, simbolizando o compromisso do Governo com a valorização do jornalismo profissional e responsável.

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A criação do Prêmio de Jornalismo consolida-se como uma iniciativa permanente da gestão estadual, reforçando a importância da imprensa livre, qualificada e comprometida com a informação de interesse público em Mato Grosso.

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Frente da Agropecuária debate impactos de decretos no Pantanal

A Frente Parlamentar da Agropecuária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) se reuniu na manhã desta terça-feira (28) para discutir os impactos da ampliação de unidades de conservação no pantanal e o fortalecimento da cadeia produtiva da ovinocultura no estado. O encontro na sede da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) reuniu deputados, produtores rurais e representantes de entidades do setor.

A principal pauta foi a reação aos Decretos Federais nº 12.886 e nº 12.887, de 23 de março de 2026, que ampliam áreas de conservação no pantanal mato-grossense, atingindo regiões de Poconé e Cáceres. As medidas já são alvo de questionamento no legislativo federal. O Projeto de Decreto Legislativo nº 186/2026, apresentado pelo senador Jayme Campos (União) busca sustar os efeitos das normas.

Durante a reunião, parlamentares criticaram a condução do processo pelo governo federal e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), apontando que as manifestações apresentadas pela comunidade nas audiências públicas não foram consideradas e que há insegurança jurídica enfrentada pelos produtores das áreas afetadas.

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) afirmou que a ampliação por decreto ameaça a atividade econômica no estado. “Sem o zoneamento, corremos o risco de inviabilizar a atividade econômica em metade do estado. Precisamos de segurança jurídica para garantir produção e preservação”, disse.

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Foto: Hideraldo Costa/ALMT

O deputado Valmir Moretto (Republicanos) alertou para impactos logísticos, especialmente sobre a hidrovia do rio Paraguai e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres. “A decisão é gravíssima. A ampliação incide sobre áreas privadas já preservadas e ameaça diretamente a viabilidade da hidrovia e da ZPE”, afirmou.

Representantes do setor produtivo também criticaram a medida. O presidente do Sindicato Rural de Poconé, Ricardo Arruda, destacou que a maior parte da preservação do bioma ocorre em áreas de produtores. “Cerca de 95% das áreas preservadas no Pantanal estão dentro de propriedades particulares. O produtor é o verdadeiro guardião do bioma. Sem gestão adequada, essas áreas podem se tornar focos de incêndio, como já são hoje as unidades de conservação que já existiam”, pontuou.

A analista de meio ambiente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Tânia Arévalo, também questionou a ampliação das áreas. “A legislação no pantanal já é extremamente restritiva, permitindo basicamente a pecuária extensiva. Não há justificativa técnica para ampliar a proteção sobre áreas que já estão preservadas há décadas pelas mesmas famílias”, afirmou. Segundo ela, a medida pode gerar impactos sociais significativos. “A retirada do produtor pode provocar abandono das áreas, aumento de incêndios e prejuízos à economia local e ao modo de vida do homem pantaneiro”, completou.

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Entre os encaminhamentos debatidos está o apoio à proposta de sustação dos decretos no Congresso Nacional, além da possibilidade de estadualização das unidades de conservação. Os participantes também defenderam a conclusão do Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE) e cobraram mais transparência nos processos conduzidos pelos órgãos federais.

A reunião também abordou o potencial da ovinocultura como alternativa de diversificação econômica. O presidente da Associação Mato-grossense de Produtores de Ovinos e Caprinos (Ovinomat), Cassio Carolo, destacou que Mato Grosso possui rebanho estimado entre 400 mil e 420 mil cabeças.

“Embora o número seja modesto se comparado à bovinocultura, o potencial de crescimento é grande. O principal gargalo é a falta de matrizes de qualidade e o custo do frete. Por isso, trabalhamos na criação de pontos de coleta para melhorar a logística”, explicou.

O deputado Cattani reforçou que há demanda crescente pela carne ovina e que o desafio é estruturar a cadeia produtiva. “Precisamos fechar a cadeia produtiva. A demanda existe e é crescente”, afirmou.

Fonte: ALMT – MT

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