GESTÃO SOCIAL
Virginia Mendes elevou o patamar da área social em Mato Grosso com amor e atenção”, afirma prefeito de Campo Verde
Prefeito destacou a atuação da primeira-dama durante ato que oficializou a chegada do SER Família Criança ao município
O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, destacou a atuação da primeira-dama Virginia Mendes como decisiva para elevar o patamar das políticas sociais em Mato Grosso, durante a assinatura do convênio para implantação do SER Criança no município, nesta terça-feira (16).
Durante o ato, o gestor municipal ressaltou que a área social do Estado vive hoje um novo momento, marcado por cuidado, presença e atenção real às famílias em situação de vulnerabilidade, resultado direto de um olhar de carinho, amor e compromisso com as pessoas, adotado por Virginia Mendes à frente das ações sociais.
“A área social só chegou a esse patamar de atender e cuidar do povo porque hoje tem alguém que olha para as pessoas com carinho e amor, alguém que realmente se importa. A primeira-dama Virginia Mendes colocou o social como prioridade e transformou a forma como o Estado chega às famílias”, afirmou Alexandre Lopes.
O trabalho de Virginia Mendes também é reconhecido nacionalmente. A primeira-dama recebeu, no Senado Federal, o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz pelo trabalho social, uma das mais importantes honrarias do país, e foi reconhecida, em cerimônia no Copacabana Palace, como a primeira-dama mais influente na área social do Brasil, título concedido pela ABRID.
O prefeito também destacou a importância do SER Família Criança como uma política pública estruturante, voltada à proteção da infância e ao fortalecimento das famílias desde os primeiros anos de vida, reforçando que o programa representa um avanço significativo para o município.
“A chegada do SER Família Criança a Campo Verde garante mais dignidade, proteção e oportunidades para nossas crianças e suas famílias. É um programa que faz a diferença na ponta, porque foi pensado para quem mais precisa”, completou.
A assinatura do convênio reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso com o fortalecimento da rede de proteção social nos municípios e amplia o alcance das ações que vêm transformando a realidade de milhares de famílias em todo o Estado.
POLÍTICA MT
Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas
Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.
A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.
Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.
Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.
Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.
A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.
Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.
A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.
Fonte: ALMT – MT
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