POLÍTICA NACIONAL

Reconhecimento de ações ambientais em escolas passa na CMA

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) aprovou nesta terça-feira (2) a criação do Selo Bandeira Verde, destinado a reconhecer escolas que desenvolvem ações de proteção ao meio ambiente e de educação ambiental.

De acordo com o PL 4.602/2024, do senador Esperidião Amin (PP-SC), o selo poderá ser concedido às unidades escolares que adotem pelo menos três entre cinco critérios sustentáveis: captação de água da chuva; horta ou jardim escolar; uso de energia limpa; coleta seletiva de lixo; e programas de educação ambiental. Essas ações precisam estar em funcionamento e integradas ao projeto político-pedagógico da escola.

A proposta também estabelece diretrizes para concessão do selo, entre elas a sustentabilidade, a educação para o consumo consciente, a eficiência energética e o respeito à diversidade. Os critérios para concessão, renovação ou perda do selo, além de sua forma de uso e divulgação, deverão ser estabelecidos em nova norma.

O texto recebeu parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). Ela destacou que o selo poderá transformar as escolas em espaços de prática e disseminação de atitudes sustentáveis, promovendo a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação ambiental. O relatório foi lido na reunião pela senadora Leila Barros (PDT-DF). A matéria segue agora para a Comissão de Educação (CE).

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Audiência pública

A CMA também aprovou requerimento (REQ 27/2025 – CMA), da senadora Leila Barros, de audiência pública para debater o papel do Sistema Nacional de Fomento (SNF) no desenvolvimento de cidades resilientes no Brasil.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão do Esporte aprova prioridade no recebimento de recursos públicos para clubes formadores de atletas

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1930/25, que prioriza as organizações esportivas certificadas como formadoras de atletas no recebimento de recursos públicos federais.

A proposta altera a Lei Geral do Esporte e foi apresentada pelos deputados Bandeira de Mello (PV-RJ) e Renildo Calheiros (PCdoB-PE) e pelo suplente de deputado Douglas Viegas (SP).

O objetivo da proposta é incentivar que mais clubes busquem a certificação oficial, o que exige o cumprimento de diversas normas de proteção aos jovens. Atualmente, para ser considerada uma entidade formadora, a organização deve oferecer assistência educacional, médica, psicológica, fisioterapêutica e odontológica, além de garantir alimentação, transporte e alojamentos seguros e salubres.

Dos cerca de 700 clubes de futebol existentes no Brasil, 81 possuem o certificado de entidade formadora homologado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Compensação
O relator, deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS), recomendou a aprovação do projeto. Ele afirmou que a prioridade no recebimento de recursos públicos será um incentivo para que as instituições cumpram todas as exigências.

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“O novo benefício certamente incentivará que mais clubes esportivos observem as condições que garantem a segurança e a assistência aos jovens atletas em formação. A contrapartida para os clubes será a prioridade no recebimento de recursos públicos”, disse Ovando.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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