MATO GROSSO
Homem suspeito de abusar sexualmente de bebê de um ano é preso pela Polícia Civil em Tapurah
Um homem apontado como autor de um crime bárbaro de estupro de vulnerável de uma bebê de apenas um ano de idade foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (4.11) no município de Tapurah.
O suspeito é companheiro da avó da criança e foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, sendo a prisão convertida em preventiva.
As investigações iniciaram na segunda-feira (3.11) quando a equipe da Polícia Civil foi acionada pelo Hospital Municipal de Tapurah sobre uma possível situação de estupro de vulnerável, em que havia sido constatada a presença de sêmen na urina de uma bebê de apenas de um ano.
Foram realizados três testes de urina e todos os resultados constataram a presença de espermatozoides já sem vida, indicando que os fatos teriam ocorrido alguns dias antes.
Questionada, a mãe da criança relatou que no sábado (01) havia deixado a filha na casa de sua mãe, onde bebê passou o dia. No período da noite, quando foi dar banho na filha percebeu a irritação na região genital da criança.
No dia dos fatos, além da avó da criança, estava na casa também o companheiro dela com quem havia assumido um relacionamento recente. Diante dos fatos e de outros elementos apurados, os policiais foram até a residência do suspeito, onde realizaram a prisão em flagrante.
Foi realizada a coleta do material genético do suspeito que foi encaminhada para a Perícia Oficial e Identificação Técnica para exame de confronto com material colhido na urina da vítima.
O delegado de Tapurah, Franklin Alves, representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, que foi deferida pela Justiça, sendo o suspeito colocado à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
Fonte: Governo MT – MT
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