POLICIAL

Polícia Militar recupera dois veículos, prende homem e apreende adolescentes por roubo

Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem, de 18 anos, e apreenderam dois adolescentes, de 16 e 17 anos, por roubo de veículos, em Cuiabá. Na ação, os policiais recuperaram dois carros roubados pela quadrilha, em um intervalo de uma hora, na Capital.

Por volta de 20h, a equipe do 1º BPM recebeu uma denúncia sobre um roubo de um Ford KA branco, no bairro Boa Esperança. De acordo com o relato da vítima, o crime foi realizado por três homens, enquanto ela entrava no carro. Segundo a proprietária, os suspeitos estavam armados e fugiram em alta velocidade com o veículo.

As equipes iniciaram diligências, seguindo as características dos suspeitos, e receberam informações sobre a presença de um veículo abandonado, em uma região de mata do bairro Boa Esperança. No local, encontraram o Ford KA e constataram que se tratava do carro roubado momentos antes.

Em seguida, a mesma equipe do 1º BPM recebeu denúncias sobre um segundo roubo de carro, entre a avenida Dom Bosco e rua 13 de junho. Segundo as informações, o veículo levado era um Fiat Argo cinza e os criminosos possuíam as mesmas características da quadrilha que teria roubado o Ford KA.

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Os policiais iniciaram novas diligências e fizeram contato com uma das vítimas, que afirmou que os suspeitos também teriam subtraído seu celular e que o aparelho estava com sistema de rastreamento ativo.

Os militares fizeram buscas no sistema e identificaram que o objeto estava no bairro Manga, em Várzea Grande. A equipe do 1º BPM seguiu até o local e encontrou os três suspeitos, que não resistiram à abordagem. Com eles, foram localizados o celular da vítima, cartões bancários e a chave do carro.

Questionados sobre a localização do Argo, eles disseram que haviam abandonado o carro em uma obra abandonada, no bairro Jardim Cerrado. Já sobre a arma de fogo utilizada nos crimes, afirmaram que jogaram a arma no rio Cuiabá, enquanto deslocavam para Várzea Grande.

Os policiais seguiram as coordenadas informadas pela quadrilha e encontraram o Fiat Argo, no local indicado, sendo feito contato com a proprietária do carro para recuperação do veículo.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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