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Evento apresenta práticas pedagógicas para alfabetização

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Nesta terça-feira, 21 de outubro, o canal do Ministério da Educação (MEC) no YouTube transmitiu o webinário “Práticas e ações pedagógicas para a alfabetização de todas as crianças”, evento direcionado a professores da educação básica, equipes técnicas das secretarias de educação e articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (Renalfa).

O encontro on-line trouxe reflexões sobre diferentes conceitos de alfabetização em língua portuguesa e matemática. Além disso, foram discutidas estratégias didáticas eficazes, fundamentadas nos resultados das avaliações formativas elaboradas pelo MEC em parceria com as secretarias de educação e com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). As práticas pedagógicas apresentadas buscam orientar o planejamento, a intervenção em sala de aula e o acompanhamento do processo de aprendizagem dos estudantes.

“As dificuldades dos estudantes do 1º ao 3º ano podem estar no campo da linguística, aquele da apropriação do sistema alfabético-ortográfico; ou no campo interativo, da compreensão do texto; ou ainda no campo sociocultural, da produção de texto. A partir de uma avaliação de como os seus estudantes estão no processo de alfabetização é que a professora saberá o melhor jeito de atuar”, explicou a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Renata Sperrhake.

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Também participante da mesa de discussões, a secretária da Secretaria Municipal de Educação de Queimadas (RN), Rachel Castanha, destacou que o município vai terminar o ano de 2025 com 97% das crianças alfabetizadas no 2º ano. “Costumo dizer para as pessoas que trabalham comigo que crianças de sete anos são como passarinhos de bico aberto, com fome de aprender, e resta a nós, gestores da educação, tomarmos a decisão política de oferecer o melhor para os nossos estudantes”, afirmou.

CNCA – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças de 3º, 4º e 5º ano afetadas pela pandemia. O CNCA estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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Fórum prevê criação de Rede de Correição da Educação

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O Ministério da Educação (MEC) realiza, de 14 a 18 de setembro, em Fortaleza (CE), o 1º Fórum da Rede de Correição da Educação.  A iniciativa reunirá representantes do MEC, da Controladoria-Geral da União (CGU), dirigentes e corregedores das Instituições Federais de Ensino (IFEs), além de representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e de especialistas em integridade, governança e processos disciplinares. 

O principal marco do Fórum será a assinatura simbólica da Portaria que instituirá a Rede de Correição do MEC. A iniciativa tem como objetivo integrar as unidades correcionais das universidades e dos institutos federais, promovendo a cooperação técnica, o intercâmbio de experiências e o compartilhamento de boas práticas entre as instituições. 

A Rede de Correição da Educação busca contribuir para a uniformização de procedimentos e o fortalecimento das ações de prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual no ambiente escolar. 

O Fórum representa um mecanismo para apoiar o fortalecimento da governança, da integridade e da segurança jurídica das atividades correcionais no âmbito das IFEs. 

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Programação – Ao longo dos cinco dias, o Fórum abordará temas relacionados à gestão correcional, aos processos administrativos disciplinares, à integridade e à prevenção de violências nas instituições de ensino. 

A programação inclui debates sobre assédio sexual e assédio moral na administração pública, escuta especializada, mediação de conflitos, standard probatório em processos administrativos disciplinares, responsabilização de pessoas jurídicas e questões relacionadas ao acúmulo de cargos no serviço público. Além disso, serão realizadas rodas de conversa para troca de experiências entre as corregedorias e discussões sobre temas contemporâneos da atividade correcional. Entre os assuntos previstos está o uso da inteligência artificial em processos administrativos disciplinares. 

Integração – A instituição da Rede de Correição da Educação pretende criar mecanismos permanentes de articulação entre as corregedorias das instituições federais de ensino. Entre os resultados esperados estão a integração das unidades, o aperfeiçoamento técnico, o compartilhamento de experiências e o desenvolvimento de estratégias para prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual. 

Durante o Fórum, serão realizadas atividades de capacitação e discussões sobre os procedimentos adotados pelas unidades correcionais, com foco na uniformização de práticas e no fortalecimento da segurança jurídica das ações desenvolvidas pelas IFEs. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Corregedoria  

Fonte: Ministério da Educação

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